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Janelas da Cidade

Vista do alto da cidade de campinas focando o balão do castelo.

Foto: Balão do Castelo

Do alto da Torre do Castelo, nós podemos conhecer e compreender Campinas de maneira mais profunda. A partir de suas suas seis janelas, avista-se a história da cidade, que tem a Sanasa como empresa municipal de saneamento. Criada em 1974, é responsável pelo abastecimento de 98% da população de Campinas com água tratada e 88% de coleta de esgoto.

Dentre seu complexo de reservatórios elevados de água, a Torre do Castelo. Com altura de 27 metros e capacidade para 250 mil litros de água, projetada em 1938 e inaugurada em 1940, se destaca tanto por sua localização como pela arquitetura singular, e já se tornou um símbolo da cidade de Campinas. Esse reservatório, instalado na rotatória do final do prolongamento da Avenida Andrade Neves, quando em construção, visava o abastecimento do futuro loteamento do Jardim Chapadão e adjacências, conforme recomendado no plano viário da cidade, concebido pelo engenheiro e urbanista Francisco Prestes Maia.

Em 1991, o prédio recebeu novas alterações para a instalação do Museu Histórico da Sanasa. Já em 1998, o edifício e a praça passaram por uma grande restauração para devolver as características do início da década de 40. Do alto da Torre do Castelo temos a oportunidade de conhecer e "mergulhar" na diversidade e aprender com a imensa riqueza cultural e histórica de Campinas.

A Sanasa, no ano de 2005, em parceria com o Departamento Municipal de Turismo, dentro do projeto turístico “Conheça Campinas”, abre as janelas da Torre à população, como um marco de turismo e lazer na cidade.

A Visão Leste/Nordeste


As tradições de Campinas

A Visão Leste/Nordeste

Foto: A Visão Leste/Nordeste

A partir da malha central, a cidade se expandiu pelas regiões norte, leste e sul, originando-se, nas últimas décadas do século 19, os primeiros bairros nos arrabaldes da cidade. Na região leste, formou-se o Cambuí, o Frontão e o Taquaral. Através da "janela" Leste, podemos identificar o Cambuí e o Taquaral; e, aos fundos, os distritos de Sousas e Joaquim Egídio, que também se originaram no século 19 e que ainda se caracterizam pelas tradições, por edificações urbanas e rurais do período cafeeiro e pelas paisagens naturais integradas à Área de Proteção Ambiental (APA) da cidade. Estes bairros se formaram no período cafeeiro impulsionados pelo complexo do café e pela passagem dos trilhos da Companhia Férrea Campineira, reunindo, em seu interior, várias chácaras, estábulos e unidades de abastecimento necessários à cidade em crescimento. Com o passar das décadas (entre os anos 30 e 60), a região deu lugar, ainda, a uma nova área de urbanização (entre o Taquaral e o Cambuí) composta pelos Jardins Bela Vista, Flamboyant e Boa Esperança, Chácara da Barra, Parque Brasília, ou ainda, por bairros orientados pela Rodovia Heitor Penteado (em direção aos Distritos de Sousas e Joaquim Egídio) onde se encontra o Parque Ecológico.

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A Visão Norte/Nordeste


Uma malha consolidada

A Visão Norte/Nordeste

Foto:

Para além da "janela" Norte/Nordeste, os prédios nos impedem de ver uma malha urbana consolidada originada do bairro do Taquaral. Na trajetória de formação desta região, a urbanização seguiu os trilhos das Companhias Mogiana e Funilense e fez nascer, no final do século 19, os bairros do Guanabara, Bonfim e Botafogo, ou ainda, o núcleo de Barão Geraldo (hoje distrito) em território mais distante. Com as transformações trazidas pela crise cafeeira, a antiga Fazenda Chapadão deu lugar a novos loteamentos que, entre as décadas de 30 e 50, originaram os bairros do Chapadão (onde se encontra a "Torre do Castelo"), os Jardins Guanabara, Nossa Senhora Auxiliadora, IV Centenário e Brasil, Vila Nova, Santa Cruz, entre outros. Com a implantação da Unicamp na década de 1960 e da PUC-Campinas (Campus I) nos anos 1980, a região ganhou ainda maior potencial de desenvolvimento, passando a contar os distritos de Barão Geraldo.

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A Visão Sudoeste/Sul


O mais intenso crescimento

A Visão Sudoeste/Sul

Foto:

Da "janela" voltada para a região sudoeste de Campinas, nós avistamos uma malha urbana que se perde no infinito. Por outro lado, podemos avistar, na porção sul, o Complexo Ferroviário de Campinas: um conjunto de edifícios e instalações criado na década de 1870 para abrigar as Companhias Férreas, Paulista (1872) e Mogiana (1875). Esta malha e o complexo encontram-se articulados. Foi com a instalação das Ferrovias que a economia cafeeira ganhou maior densidade e diversificação regional, instalando-se nas proximidades da "Estação da Paulista" (Estação Cultura), um amplo conjunto de edificações e instituições comerciais, educacionais, fabris e de saúde (como a Fundição Lidgerwood/ "Museu da Cidade"). Nas últimas décadas do século 19, a região recebeu também o primeiro bairro de trabalhadores de Campinas (Vila Industrial), além do matadouro, curtumes, asilos, hospital de isolamento e o Cemitério do "Fundão"(Saudade). Já nas primeiras décadas do século XX, a região sul ganhou novo desenvolvimento instalando-se a partir das décadas de 1930/1940 um novo parque de indústrias, serviços e moradias que seguiu pela direção oeste da cidade. Os bairros Parque Industrial e São Bernardo inauguraram o novo período de crescimento, e a partir deles, multiplicaram-se os loteamentos da região sul e sudoeste. Hoje os bairros Ouro Verde, Vila União e Campo Grande destacam-se nesta região.

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A Visão Sul/Sudeste


Um centro verticalizado

A Visão Sul/Sudeste

Foto:

Através da "janela" Sul/Sudeste nós podemos enxergar o "centro velho" de Campinas, área em que nasceu a cidade. É um território tomado por prédios e se constitui na área mais verticalizada da cidade. Os marcos mais antigos da malha urbana estão nesta região (entre as avenidas Moraes Sales, Andrade Neves e Barão de Itapura e a rua Coronel Quirino), reunindo em seu interior pistas do centenário pouso "das Campinas Velhas" (nas imediações do Estádio do Guarani) e do "bairro de Santa Cruz" (no largo do mesmo nome) nas margens da "Estrada dos Goiases"; os primeiros arruamentos da Freguesia (1774) e depois da Vila de São Carlos (1797) nas proximidades da Praça Bento Quirino ("marco zero" da Vila); ou ainda, o conjunto de ruas e edificações formado no século 19 entre a Catedral Metropolitana e a atual Estação Cultura (antiga Estação da Paulista e depois Fepasa). O adensamento e a verticalização da malha central se intensificaram na década de 1950 com a procura de terrenos mais valorizados e com melhor infra-estrutura urbana. Seguiram-se demolições que descaracterizaram a área. Hoje, a região central ainda concentra as principais atividades de comércio, serviços de alto valor agregado e equipamentos públicos, preservando seu papel de centro econômico, institucional e de serviços de Campinas.

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A Visão Oeste/Sudoeste


Uma região em formação

A Visão Oeste/Sudoeste

Foto:

Da "janela" oeste/sudoeste podemos observar uma malha urbana que ainda se encontra em formação, localizada entre as rodovias dos Bandeirantes e Anhangüera. Remanescente de uma região de antigas orlarias, pastagem e agricultura, esta porção da cidade já abriga os bairros do Campo Grande e Itajaí, configurando-se rapidamente uma nova região de moradia e serviços na porção oeste do município. A região sudoeste, por sua vez, é a que concentra os maiores índices de ocupação e crescimento urbano, estendendo-se os bairros para além da rodovias Bandeirantes e Santos Dumont.

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A Visão Noroeste/Oeste


Uma nova cidade em formação

A Visão Noroeste/Oeste

Foto:

Ao deslizarmos os nossos olhos para a próxima "janela" voltada para a direção oeste de Campinas, podemos avistar na paisagem uma malha urbana que, na verdade, carrega as marcas de uma nova cidade em formação. A região noroeste/oeste constitui-se no desdobramento de um outro processo de expansão urbana, iniciado na década de 1940 a partir da região sul da cidade. Foi com a instalação de um novo parque produtivo composto por fábricas, agroindústrias e estabelecimentos nas proximidades das grandes rodovias Anhangüera (1948) e Bandeirantes (1979), o que estimulou a formação de um novo pólo de desenvolvimento econômico na região oeste de Campinas. Esta área passou a receber inúmeros habitantes que migravam para Campinas atraídos por uma maior diversificação produtiva. Os novos bairros, originalmente formados sem auxílio de infra-estrutura,conquistaram maior urbanização entre as décadas de 1950 a 1990. A região noroeste propriamente dita foi formada entre as décadas de 1960 a 90, e hoje apresenta os bairros de Nova Aparecida e Padre Anchieta como destaques.

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