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Emef Maria Pavanatti promove semana de debate sobre inclusão


17/04/2017 - 14:52




Todos na escola e direito à educação. Esses foram os dois temas que fizeram parte dos debates da II Semana de Inclusão realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) e de Educação de Jovens e Adultos (EJA) Maria Pavanatti Fávaro, no Jardim São Cristóvão, realizada entre os dias 3 e 12 de abril.
 
 
 
A semana foi dedicada aos debates e reflexões sobre os direitos dos estudantes com deficiência no ambiente escolar. Foi discutida a importância das escolas nos processos inclusivos e na viabilidade do direito à educação. Para isso, foram realizadas diversas atividades com alunos. A programação contou com curtas-metragens, filmes, atividades adaptadas e conversas para tratar do tema Educação Especial e seus alunos.
 
 
 
“Para refletirmos sobre essas pessoas, que estão cada vez mais presentes na escola, pensamos em separar no calendário escolar um momento para isto, mobilizando efetivamente alunos, professores, funcionários, gestores e comunidade escolar”, disse Vanessa Rocha, professora de Educação Especial da escola Pavanatti.
 
 
 
As palestras foram comandadas pelos profissionais da própria unidade. Falaram aos alunos, as cuidadoras Iris Lira e Raquel de França Santos, além da intérprete de Libras, Walquiria dos Santos. Também estavam educadores de outras escolas, assim como Leilson Castro Bastos, deficiente visual que compartilhou suas experiências.
 
 
 
Segundo a professora Vanessa, a participação gerou outras discussões como racismo, liberdade assistida e respeito aos idosos. “A nossa base inicial foi a pessoa com deficiência no ambiente escolar mas, não pelo viés da inclusão, e sim pela óptica do respeito”, afirmou a professora.
 
 
 
A escola
 
 
A Emef/EJA Maria Pavanatti Fávaro tem oito alunos de Educação Especial matriculados no Ensino Fundamental I e que são acompanhados pela professora Karen Cristina. Outros sete estudantes que cursam o Fundamental II são acompanhados pela professora Vanessa.
 
 
 
“Podemos perceber a sensibilização dos professores para refletirem sobre as salas heterogêneas e suas especificidades. Nos alunos é bem mais notório os avanços. Eles melhoram o acolhimento, mostram-se mais solidários e empáticos”, elogiou Vanessa.