Este site representa mais uma ação para aproximarmos o público dos museus desta cidade, seja o turista que quer conhecer os museus de Campinas, seja o morador da cidade que também quer conhecer mais, seja professores, alunos, pesquisadores, enfim, independente do que possa motivar você, aqui poderá encontrar um panorama geral dos museus e esperamos que isto também estimule sua visita a estes espaços. Seja bem vindo e boa navegação !
Renata Sunega
Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”
O Museu de Arte Contemporânea de Campinas tem como finalidade reunir, documentar, estudar, conservar, expor e divulgar a arte contemporânea, bem como realizar outras atividades artísticos-culturais. Também é finalidade do MACC desenvolver atividades arte educativas, junto as escolas da cidade e a grupos especiais. O MAC de Campinas caracteriza-se como uma instituição de natureza museológica e educacional, preservadora da memória e patrimônio cultural, representados por seu acervo, sua história e experiências e geradora de produção artístico cultural, orientada pela convicção de que o desenvolvimento do potencial expressivo/criativo do ser humano é elemento fundamental no processo de construção da individualidade, sensível e consciente e pela adoção de um conceito contemporâneo e dinâmico de Museologia em que todo ser humano, em sua relação com o objeto, independente de sua classe social e nível de formação, é visto como agente transformador da realidade concreta da qual ambos fazem parte.
PÚBLICO
O MAC de Campinas tem como objetivo atingir a população da cidade com eventos, palestras e cursos que traduzam, informem e aproximem os segmentos de arte contemporânea junto a população, também deve haver junto ao Museu a questão da “inclusão social”, de modo a que deficientes e outras camadas mais desfavorecidas da população possam acessar o MACC. É do interesse do MACC atingir o público mais variado possível, incluindo da pré-escola à terceria idade.
A criação do MACC foi a junção de esforços particulares, públicos e, principalmente, pela vontade e empenho de artistas de Campinas envolvidos com o movimento contemporâneo nas artes plásticas, como o Grupo Vanguarda, formado por Bernardo Caro, Edoardo Belgrado, Eneas Dedecca, Francisco Biojone, Franco Sacchi, Geraldo Jürgensen, Geraldo de Souza, Maria Helena Motta Paes, Mário Bueno, Raul Porto e Thomaz Perina. A maioria representada no acervo do museu.
Fundado em 1965 pela Secretaria de Educação e Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas, sob a coordenação da professora Jacy Milani, funcionou até 1976 no antigo prédio da CPFL, na Avenida da Saudade, quando o milionário campineiro Roque Mellilo doou para a cidade o atual edifício do museu, que, em homenagem ao artista plástico campineiro, passou a chamar Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”.
Hoje, com 41 anos, podemos dizer que o MACC é uma das instituições mais importantes e significativas do panorama cultural brasileiro.
No MACC foram expostas algumas obras dos mais renomados artistas plásticos como Roberto Burle Marx em 1990; Salvador Dali 1998; Lasar Segal em 2000; Guignard em 2001; José Pancetti em 2002; A Arte Brasileira no Acervo da Pinacoteca, em comemoração aos 40 anos do museu entre outras.
Exposições como estas tem fortalecido a programação junto ao público que aumenta a sua freqüênca a cada ano.
Num espaço de 1300m2, estão instalados a administração, biblioteca, salão de exposição, e um espaço para reserva técnica além de uma sala climatizada com 140m2.
O Museu possui um acervo composto por 660 obras entre esculturas, pinturas, objetos e instalações artísticas, originadas principalmente através de doações dos artistas e dos Salões de Arte Contemporânea já realizados, onde grandes nomes no cenário artístico como Cláudio Tozzi, Antonio Henrique do Amaral, José Roberto Aguilar, Mira Schendell, entre outros, começaram sua carreira.
Através desses salões, foi adquirida a maioria das obras do seu acervo, por meio de prêmios conferidos pela Prefeitura, Câmara Municipal e, eventualmente, por outras entidades públicas ou empresas privadas.
Entre os principais nomes do acervo figuram José Roberto Aguillar, Amélia Toledo, Mira Schendell, Antonio Henrique Amaral, Cândido Portinari, Luis Paulo Baravelli, Lasar Segall, Roberto Burle Marx, Ivald Granato, Bassano Vaccarini, Odila Mestriner, Emanoel Araújo, Claudio Tozzi, Waldomiro de Deus, Cildo Meireles, Ana Maria Maiolino e Waltércio de Caldas.
40 anos - O início da jornada
Um museu que nasce em meio à ditadura, 1965. Um período em que poucos artistas mal podiam expressar o que sentiam e pobres daqueles que resolviam enfrentar este poder.
Nascia um espaço onde a arte contemporânea poderia ser apreciada, discutida e refletida. Nascia um espaço para a produção contemporânea, um museu onde os artistas podiam expressar o que sentiam.
Um museu que nascia de uma reivindicação dos artistas locais para sua produção, artistas estes que sonharam um dia, um museu contemporâneo e que este sonho fosse compartilhado com a cidade. Um museu onde muitas obras de arte e nomes famosos encontraram seu destino formando um patrimônio valioso; onde muitas pessoas entraram pelos portais da História da Arte Brasileira e com ela se encantaram; um museu onde muitos artistas jovens expuseram pela 1ª vez e se consagraram; um museu onde centenas de crianças se maravilharam e produziram inspiradas em obras fantásticas, críticas, estranhas, agradáveis e incompreensíveis. Um museu vivo que se comparando com “idade dos museus” é um “museu-criança” e que 40 anos é o começo desta vida. Residência de nomes como Segall, Portinari, Mira Schendell, Antonio Henrique do Amaral, Regina Silveira, Egas Francisco, Cláudio Tozzi, Mario Bueno, Marcelo Grasmann, Burle Marx, Erik Olsen, quantos nomes... Quantos artistas, famosos ou não, estiveram ali... Artistas, pessoas, quantos alí se emocionaram... ...Quantos eventos, quantas aberturas maravilhosas e inesquecíveis, quantas oficinas, estudos, exibições, performances, idéias, discussões e Salões de Arte que premiaram a cidade com sensibilidade, com força, com imaginação...
Um museu construído pelo esforço de muitos artistas, funcionários públicos, curadores, patrocinadores, professores, crianças, historiadores, voluntários, leigos e especialistas, profissionais e amadores, todos contribuíram como puderam, todos ajudaram no crescimento desta “criança”, cada um deles dando sua porção de carinho, de amor, de atenção, de trabalho duro e de conhecimento. Cada um deles é responsável por estes 40 anos de vida - o início de uma longa jornada, o início de uma longa vida.
Fernando de Bittencourt
Curador MAC Campinas
TOMIE GRÁFICA
A exposição Tomie Gráfica, organizada pelo Instituto Tomie Ohtake em parceria com o Sistema Estadual de Museus – SISEM-SP e Prefeitura Municipal de Campinas, reúne 90 trabalhos selecionados pelo curador Agnaldo Farias, também curador da próxima edição da Bienal Internacional de São Paulo. O conjunto de obras evidencia como a gravura é, e sempre foi, um campo inesgotável de experiências para Tomie Ohtake. Experimentalismo incomum para a técnica milenar, a obra em gravura da artista surpreende não só pela inovação, como também por uma fecunda produção que resulta hoje em mais de 400 trabalhos, realizados em séries ou individualmente.
Técnica que domina desde o final dos anos 60, a artista vem superando suas possibilidades para avançar na pesquisa de linguagem, como pode apontar esta retrospectiva que reúne 75 trabalhos, de 1968 a 2005. Do início até 1974, Tomie utilizava-se da serigrafia e da litografia. Porém foi na gravura em metal, a partir de 1987, que encontrou a mesma liberdade do pincel e com a qual segue trabalhando nestes últimos 20 anos, ao lado de seu impressor Cláudio Vasques. Paralelamente à exposição, com a reconhecida trajetória do Instituto em trabalhos educativos e a preciosa colaboração da Elektro, haverá um curso de formação – Ateliê de Gravura – para 30 professores da rede pública.
Da década de 90 para cá, Tomie intensificou sua forma ímpar de lidar com o suporte. Em 1996, cria Grandes Formatos, série em que três unidades de imagens são compostas pela verticalidade e pelo raciocínio construtivo, resultando em um tamanho inédito para a gravura 280 x 70 cm. Com múltiplas possibilidades de arranjo, resguarda a autonomia de cada imagem que se coletiviza na justaposição com as outras. Em 1997, destaca-se o álbum Yu-Gen, composto por doze trabalhos - poemas de Haroldo de Campos e imagens de Tomie - inspirados no Japão. Em 1999, desafia a bidimensionalidade do suporte, ao criar formas recortadas e montadas em vidro, transformando, por meio da sombra que a forma projeta, a gravura em objeto.
Em 2005, sua obra avança de uma superfície à outra, expandindo o tradicional espaço de ocupação da gravura. São peças, de 220 X 30 cm, pensadas para ocupar ângulos de 90 graus. Podem ser colocadas verticalmente, no teto e parede, ou horizontalmente, na quina de duas paredes.
As gravuras de Tomie ganharam reconhecimento internacional a partir de 1972, quando foi convidada a participar da sala Grafica D’Oggi na Bienal de Veneza - exposição que contou com a presença dos mais importantes artistas do mundo, como os norte-americanos da Pop Art -, além de sua participação na Bienal de Gravura de Tóquio, em 1974, tradicional mostra internacional desta técnica.
Esta apresentação faz parte das itinerâncias planejadas pelo Instituto Tomie Ohtake – espaço cultural contemporâneo em São Paulo, que há oito anos desenvolve atividades de artes plásticas, design e arquitetura – para que as exposições contemplem outras cidades do país, além das capitais. Assim, as gravuras de Tomie já estiveram no Rio de Janeiro, em Salvador, Santos, Araraquara, Praia Grande, Ribeirão Preto e Registro.
Exposição: Tomie Gráfica
Abertura: 21 de janeiro, às 19h
Até 28 de março, de terça a sexta, das 9h às 17h, sábado, das 9h às 16, domingos e feriados, das 9h às 13h.
Local: Museu de arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”
Rua: Benjamin Constant, 1.633
Centro – Campinas – SP
Fone: (19) 3236-4716 / (19) 2116-0346
Ver Cartaz
Informações à Imprensa Instituto Tomie Ohtake
Marcy Junqueira – Pool de Comunicação
marcy@pooldecomunicacao.com.br
Fone: (11) 3032-1599 / Fax: (11) 3814 -7000
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
DEPARTAMENTO DE CULTURA
COORDENADORIA DE EXTENSÃO CULTURAL
MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE CAMPINAS “JOSÉ PANCETTI”
FACILITY REPORT
1.- DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO
O Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” - MACC, está instalado no perímetro urbano e na área do Paço Municipal, como Bloco edificado anexo, com acesso para o público pela Rua Benjamin Constant, 1633, térreo, Centro, Campinas, SP e, pela Rua Barreto Leme, s/nº, para acesso ao aos fundos do prédio (administrativos)
As dimensões de nosso espaço interno são as seguintes:
- reserva técnica: 147 m2
- área expositória: 20x35 m
(altura das paredes) 3,30 m
- sala climatizada acervo 140 m2
Obs.: Temos 5 sanitários (2 para uso interno e 3 para uso externo) e 1 mini-cozinha, totalizando aproximadamente.
- Área aproximada total: 1400m2
Características do espaço:
- Piso em epoxi cor creme
- Paredes em gesso acartonado e em alvenaria.
- Ar-condicionado (tipo “Split”) apenas na sala expositória especial; instalações preparadas para mais um aparelho do mesmo porte nessa sala.
2.- SISTEMA DE SEGURANÇA
O edifício do Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” - MACC, conta com guardas externos pertencentes ao corpo da Guarda Municipal que presta vigilância ao Paço Municipal.
3.- PREVENÇÃO DE INCÊNDIO
Dispomos de 11 extintores portáteis: gás carbônico, pó químico e de água pressurizada.
Temos 02 (dois) hidrantes na sala expositória, sendo 1 na sala especial climatizada.
Não temos brigada de incêndio própria. Somos atendidos pelos responsáveis técnicos do Paço Municipal.
Obs.: Nunca tivemos incidentes dessa natureza.
4.- SISTEMA DE ILUMINAÇÃO
A iluminação no espaço expositório é a seguinte:
lâmpadas dicróicas 2 tipos
5.- SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO
Somente a sala do acervo é climatizada.
Nosso espaço expositório não é climatizado em sua totalidade, exceto a sala especial. O edifício é construído em concreto armado, estamos no andar térreo e, por isso, nossa temperatura e umidade são estáveis.
Nossa temperatura média constante está entre 22 e 25 graus Celsius (no inverno), sem levar em conta o calor decorrente da ligação das luzes no espaço expositório.
DECRETO N° 14.840 DE 03 DE AGOSTO DE 2004
(Publicação DOM de 04/08/2004:07)
REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE CAMPINAS "JOSÉ PANCETTI" - MACC
CAPÍTULO I – NATUREZA E FINALIDADE
Art. 1º - O Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC é um órgão da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas, fundado em 01 de setembro de 1965, com a realização do 1º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, tem por finalidade precípua reunir, documentar, estudar, conservar, expor e divulgar a Arte Contemporânea, bem como realizar outras atividades culturais e artísticas pertinentes, nos termos deste Regimento.
Parágrafo único. O Museu de Arte Contemporâneade Campinas "José Pancetti" – MACC caracteriza-se como uma instituição de natureza museológica e educacional, preservadora da memória e patrimônio cultural, representados por seus acervos, sua história e experiências e geradora de produção artístico-cultural, orientada pela convicção de que o desenvolvimento do potencial expressivo/criativo do ser humano é elemento fundamental no processo de construção da individualidade, sensível e consciente, e pela adoção de um conceito contemporâneo e dinâmico de Museologia em que todo o ser humano, em sua relação com o objeto, independente de sua classe social e nível de formação, é visto como um agente transformador da realidade concreta da qual ambos fazem parte.
Art. 2º Para a consecução da finalidade descrita no art. 1º deste regimento, o Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC, na medida dos recursos disponíveis, deverá:
reunir, no imóvel ocupado pelo MACC, obras artísticas contemporâneas, bem como promover estudos necessários sobre o referido acervo;
prover a adequada conservação de seu acervo, de acordo com as normas técnicas de conservação, zelando por sua segurança, bem como sua classificação e catalogação;
realizar exposições temáticas, comemorativas ou especiais para fins de visitação pública, bem como promover a divulgação de seu acervo;
criar um corpo de monitores para acompanhamento de visitantes às exposições;
premiar artistas selecionados em suas exposições, editais ou concursos artísticos;
atualizar e conservar a documentação referente à obra e à vida dos artistas contemporâneos;
fomentar exposições itinerantes do acervo em instituições congêneres, galerias de arte e organizações culturais do país e do exterior, observadas as normas regulamentares e legislação vigentes;
ceder, temporariamente, obras do acervo a museus, instituições culturais ou galerias de arte de renome, no país ou no exterior, observadas as normas regulamentares e legislação vigentes, bem como as disposições deste Regimento e assegurada a exposição na organização destinatária;
reunir e conservar a documentação referente às atividades e história do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC;
promover atividades educativas vinculadas à Arte-Educação;
exibir e fazer circular material audiovisual, referente produção artística contemporânea;
promover conferências, palestras, exibições de filmes e material audiovisual e realizar cursos sobre matéria de natureza cultural e artística;
exercer atividades literárias, cinematográficas e de vídeo, musicais, audiovisuais, cênicas e de artes plásticas;
promover estudo e pesquisas sobre as artes visuais, especialmente as nacionais, promover cursos regulares ou periódicos e conferências a cargo de especialistas, assim como congressos, simpósios ou seminários;
manter biblioteca especializada, documentação e arquivo;
promover a edição de impressos, livros ou folhetos sobre artes plásticas, publicações e material de difusão científica, cultural e educacional;
realizar intercâmbios com entidades congêneres, mediante acordos de cooperação, ceder as instalações e os equipamentos a terceiros, exclusivamente para fins artísticos, obedecidas as normas regulamentares da Prefeitura Municipal de Campinas;
Parágrafo único. Todas as atividades desenvolvidas pelo Museu serão aprovadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo e serão coerentes com a política cultural global e setorial da PMC, obedecidas suas normas regulamentares, tendo como preocupação básica a integração das suas diversas atividades, a relação com seus freqüentadores e a necessidade de uma permanente reavaliação de sua natureza e objetivos.
CAPÍTULO II – DO PATRIMÔNIO E RECURSOS FINANCEIROS
Art. 3º O patrimônio do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC é composto pelos bens, móveis e imóveis sob sua administração, principalmente as obras devidamente tombadas em Livro de Tombamento registrado pelo Museu, e, ainda, aqueles que forem ou virão a ser adquiridos e/ou recebidos posteriormente.
Art. 4º Os recursos financeiros do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC são constituídos por:
dotações orçamentárias diretas provenientes da Prefeitura Municipal de Campinas;
patrocínios, doações, auxílios, contribuições e legados de pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado, através do Fundo de Assistência a Cultura - FAC, segundo Lei n° 4.712, de 03 de maio de 1977.
§ 1º As doações com encargos ou condições deverão ser previamente aceitas pela Prefeitura Municipal de Campinas.
§ 2° Os recursos externos destinados ao Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC serão total e integralmente nele aplicados, de acordo com as diretrizes da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, respeitadas as normas regulamentares da Prefeitura Municipal de Campinas e as normas legais vigentes.
§ 3° Os bens, direitos e recursos do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC serão utilizados exclusivamente na consecução dos seus objetivos, definidos neste Regimento Interno.
CAPÍTULO III – DA ORGANIZAÇÃO E ESPAÇO INTERNO
Art. 5º O Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC está instalado no perímetro urbano e na área do Paço Municipal, como bloco edificado anexo, com acesso para o público pela Rua Benjamin Constant, nº 1.633 - térreo, Centro - Campinas - SP.
Art. 6º A organização interna do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC compreende as seguintes áreas:
Área da Reserva Técnica;
Área Administrativa;
Área de Ação Educativa – MACQUINHO;
Área Expositiva;
Biblioteca;
Sala Multi-Mídia.
CAPÍTULO IV - DA AQUISIÇÃO DE OBRAS PARA O ACERVO DO MUSEU
Art. 7º A aquisição de obras para o acervo, poderá ocorrer por compra, doação, legado ou permuta.
Art. 8º Para cada aquisição de obra, a qualquer título, lavrar-se-á um termo de incorporação ao acervo, bem como o registro em livro de tombamento, conforme artigo 15 deste Regimento.
Art. 9º Os funcionários do Museu são impedidos de realizar qualquer transação com a entidade, salvo à título inteiramente gracioso;
CAPÍTULO V - DO ACESSO, DO AGENDAMENTO, DO HORÁRIO E DO FUNCIONAMENTO DAS EXPOSIÇÕES
Art. 10. A utilização da área expositiva será de responsabilidade da Chefia de Setor, cumprida a legislação vigente, bem como o caráter último do Museu determinado neste Regimento.
Art. 11. As exposições de obras não pertencentes ao acervo devem ser precedidas de um projeto curatorial aprovado pelo Museu ou por comissão devidamente nomeada pelo(a) Secretário(a) Municipal de Cultura, Esportes e Turismo.
Art. 12. Cabe à direção do Museu fixar o horário e os dias de semana em que o Museu estará aberto à visitação pública.
CAPÍTULO VI - DA CESSÃO DE OBRAS POR EMPRÉSTIMO
Art. 13. As peças do acervo do MACC não poderão ser retiradas de sua sede sob nenhum pretexto, a não ser por motivos de ordem técnica, de preservação e restauração ou para fins estritamente artísticos, sempre, porém, com prazo certo e breve, após autorização expressa e exclusiva do(a) Sr(a) Secretário(a) Municipal de Cultura, Esportes e Turismo.
CAPÍTULO VII - DAS CÓPIAS E REPRODUÇÕES GRÁFICAS DAS OBRAS DO MUSEU
Art. 14. É permitida a execução de cópias e reproduções das obras do museu, por parte de terceiros.
Parágrafo único. A execução de cópias e reproduções das obras do MACC poderão ser permitidas através de requerimento do interessado ao Museu.
CAPÍTULO VIII- DO CADASTRO, DO TOMBAMENTO E REAVALIAÇÃO DO ACERVO
Art. 15. Todas as obras ou peças adquiridas, doadas, permutadas, transferidas ou legadas ao MACC devem ser cadastradas e tombadas.
Parágrafo único. No livro de tombo deverá constar a origem, título da obra, valor, dimensões, técnica e sua forma de incorporação.
CAPÍTULO IX - DO ACESSO À BIBLIOTECA
Art. 16. Cabe ao MACC facultar a todos os interessados o acesso à sua biblioteca, facilitando os trabalhos de consultas e pesquisas, não sendo cobrados ingressos dos confluentes.
Parágrafo único. As consultas só poderão ser feitas "in loco", não sendo permitida a retirada de livros, publicações ou ilustrações de suas dependências.
CAPÍTULO X - DA AÇÃO EDUCATIVA
Art. 17. O Projeto de Arte-Educação do MACC será denominado MACquinho, com as seguintes atribuições:
a) desenvolver atividades pedagógicas visando melhor aproveitamento da potencialidade educacional das obras do acervo do Museu, bem como das exposições realizadas;
b) identificar e contatar o público alvo, objeto das atividades educativas, desenvolvendo técnicas de divulgação específicas para esta clientela;
c) planejar, executar e avaliar as atividades vinculadas ao ensino formal e não formal de arte, inclusive em cooperação com outras instituições;
d) promover, periodicamente, a avaliação das atividades específicas desenvolvidas na área
e) elaborar, anualmente, programa de trabalho, cujos projetos educacionais levem à eficácia da Área e ao atendimento de seus objetivos;
f) divulgar os resultados de suas atividades
g) exercer outras atribuições que lhe forem atribuídas pela direção do Museu.
CAPÍTULO XI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 18. Poderá o Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC receber, através do Fundo de Assistência à Cultura, patrocínios financeiros e doações para projetos específicos a serem desenvolvidos pelo Museu ou em parceria com outros órgãos públicos.
Art. 19. Fica eleito o(a) Secretário(a) de Cultura, Esportes e Turismo para julgar os impasses e responder as dúvidas que possam ocorrer ao longo dos trabalhos realizados pelo Museu.
Links nacionais:
http://www.mac.usp.br/
http://www.macniteroi.com.br/
http://www.pr.gov.br/mac/
http://www.museuvirtual.com.br/
http://www.mamrio.com.br/
http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_mam.htm
http://www.cultura.pe.gov.br/museu3.html
http://www.riogrande.com.br/turismo/palegre_museus_arte.htm
http://www.brazilonboard.com/campogrande/7904.asp
Links internacionais:
http://www.contemporarystl.org/
http://www.camh.org/
http://www.mcachicago.org/
http://www.camnc.org/
http://cam.arts.usf.edu/CAM/cam_about.html
http://www.newmuseum.org/
http://www.kemperart.org/
http://www.tehranmoca.com/en/index.aspx
http://www.macm.org/en/index.html
http://www.mca.com.au/
http://www.mcasd.org/
http://www.mot-art-museum.jp/english/
http://www.tcmhi.org/
http://www.lacma.org/
http://www.bmoca.org/
http://www.mattress.org/
http://www.ps1.org/ps1_site/index.php
http://www.moca-la.org/index.php
http://www.smoca.org/
http://wwar.com/marketplace.html
http://www.adhikara.com/
http://www.contemporaryartscenter.org/
http://www.contemporarystl.org/podcast.php
http://www.camk.or.jp/english/index.html
http://www.camh.org/exhib_MAIN.html
http://www.kanazawa21.jp/en/index.html
http://www.tate.org.uk/modern/
http://www.mocacleveland.org/
http://www.daummuseum.org/
http://www.museumofglass.org/
http://www.mocataipei.org.tw/_english/index.asp
http://www.thedcca.org/
http://www.indymoca.org/public/
Museu da Imagem e do Som
O Museu da Imagem e do Som é uma instituição que desde sua criação vem preservando e difundindo um importante acervo de memória audiovisual da cidade de Campinas.
Abrangendo setores de Vídeo e Áudio, Fotografia, Música, Cinema, Objetos Tecnológicos, Educação Patrimonial, acompanha a tendência geral do papel que os museus ocupam atualmente na sociedade, atuando como microcosmo social e possibilitando conhecimento à sociedade através da valorização de múltiplas atividades.
História do MIS
Através da lei municipal 4576/75, datada de 30 de dezembro de 1975, o MIS foi viabilizado pelo poder público municipal a partir da idealização de um grupo de fotógrafos, cineastas e cineclubistas da região, envolvidos na produção e difusão da fotografia, cinema e audiovisual, liderados por Henrique de Oliveira Júnior e Dayz Peixoto Fonseca.
O objetivo era preservar e reunir, sistematicamente, a memória audiovisual de Campinas e região, cujas peças vinham sendo guardadas de maneira isolada, em outros museus da cidade, e em outras instituições públicas municipais ou mesmo integrando coleções particulares.
Desde então, o Museu da Imagem e do Som vem encontrando em colaboradores e na sociedade civil parceiros fundamentais para sua consolidação e investindo em ações culturais educativas como um modo efetivo de dialogar com a população de Campinas e região.
Em 2004, o MIS ganhou sede própria no Palácio dos Azulejos, iniciando uma nova fase de planejamento em relação aos acervos e desenvolvimentos de programas e projetos e fortalecimento de comunicação com o público.
História do Palácio dos Azulejos
O Palácio dos Azulejos é a única edificação na cidade considerada patrimônio nacional, tombado pelo IPHAN (processo nº736-T-64 em 1967). Também reconhecido como patrimônio estadual e municipal, foi tombado pelo CONDEPHAAT (1981) e CONDEPACC (1988).
Construído para residência de Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, funcionou como solar residencial até 1908, quando foi vendido à Prefeitura Municipal de Campinas, que o ocupou como sede do governo municipal até 1968; a partir desta data permaneceu seu uso público pela SANASA (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A) até 1996, ocasião em que foi transferido para Secretaria Municipal de Cultura.
Trata-se de imponente prédio que, em conjunto com outras edificações urbanas do período, é representante do que se identificou como a construção da “modernidade” de Campinas no século XIX.
Na década de 50, foi assunto e alvo de polêmica apaixonada na imprensa local, onde um grupo de cidadãos defendia a criação de um museu histórico e pedagógico e outro sugeria sua demolição. Na década de 70, quase se tornou sede do recém criado MIS. Verifica-se, portanto, que a idéia de um museu, e do próprio MIS, no local é mais remota.
O conceito de instalar instituições museológicas em prédios históricos acompanha o museu desde seus primórdios. Nesse caso a fusão do MIS com o Palácio dos Azulejos contribuiu para ampliar o potencial de memória de ambos no contexto cultural de Campinas; o MIS com suas linguagens relacionadas à modernidade e o Palácio, relacionado à tradição e ao poder, agora nesse novo uso, atualizado e democratizado.
O Palácio dos Azulejos é um dos símbolos da história da cidade e por isso foi escolhido como um dos marcos da revitalização do centro de Campinas.
O acervo do MIS é constituído por um dos mais significativos conjuntos de fotos, filmes, negativos, vídeos, slides, discos, fitas e objetos sobre a história social e cultural da cidade de Campinas e região, e se apresenta em cinco diferentes linguagens: Audiovisual (cinema e vídeo), Fotografia, Música, Tecnologia e Biblioteca, atraindo pesquisadores de todo o país.
Desde sua fundação, o museu cumpre sua missão de captar, organizar, preservar e divulgar esses registros, além de abordar os elementos significativos do desenvolvimento e do uso da tecnologia audiovisual nas artes e nas manifestações sociais.
1. Fotografia
O Setor de Acervo Fotográfico do MIS é composto atualmente de 75 (setenta e cinco coleções), com aproximadamente 35.000 (trinta e cinco mil) imagens, abrangendo o período de 1870 até 2003.
A riqueza de imagens e possibilidades de pesquisa desse acervo destaca o MIS como um importante agente na salvaguarda da memória e na difusão da história de Campinas e região.
O acervo fotográfico demonstra a Campinas do final do século XIX, suas chácaras e núcleo central, sua intensa transformação urbana na década de 50 (cinqüenta), os movimentos culturais da cidade, os atos administrativos de vários prefeitos e obras públicas, solenidades políticas e principalmente o povo como protagonista dessa história.
Atualmente as Coleções estão em processo de digitalização, sendo que já estão totalmente disponíveis os seguintes acervos:
| Nº | Relação das Coleções Fotográficas | Nº imagens |
| 01 | Henrique de Oliveira Junior | 1084 |
| 02 | Departamento de Turismo | 3520 |
| 03 | Museu da Imagem e do Som | 1800 |
| 04 | Austero Penteado | 240 |
| 05 | Maria Luiza Pinto de Moura | 801 |
| 06 | Balam | 27 |
| 07 | Biblioteca Municipal | 686 |
| 08 | César Ribeiro | 26 |
| 09 | Gilberto di Biasi | 318 |
| 10 | Madeira Mamoré – MUCI | 26 |
| 11 | Miguel Vicente Cury | 222 |
| 12 | Guilherme de Almeida | 10 |
| 13 | Projeto Anhumas | 4754 |
| 14 | Fábrica de Fumos Liberdade | 16 |
O acervo audiovisual do MIS, seja de ficção ou documental, é um importante e singular testemunho da produção cultural campineira e das idas e vindas por que passou a indústria cultural local desde o início do século passado. Ele conta o surgimento e o desenvolvimento cíclico do cinema campineiro, a emergência do movimento cineclubista na cidade e, ao longo das últimas décadas, a disseminação do vídeo como instrumento de registro de diferentes acontecimentos, dentre os diversos grupos sociais.
5. Acervo Tecnológico
O MIS possui um significativo acervo com aproximadamente 400 peças, correspondentes a objetos tecnológicos de imagem e som. Formado através de doações ou obsolescência de seus materiais de uso, tornou-se um acervo histórico de tecnologia. A maioria está na exposição de longa duração, possibilitando o conhecimento da evolução de câmeras e materiais fotográficos, projetores cinematográficos, gramofones, aparelhos de TV, entre outros.
Pedagogia da Imagem
O programa Pedagogia da Imagem contempla as atividades educativas do MIS Campinas destinadas a:
Veja mais em http://pedagogiadaimagem.sites.uol.com.br.
Serviços Oferecidos
01 - Projetos
Circuito MIS de Cinema: há mais de 15 anos, o MIS promove, gratuitamente, exibições e debates de filmes. A programação, feita com a participação do público, busca trazer aos espectadores diferentes linguagens e olhares cinematográficos.
Formação de Professores: o curso Pedagogia da Imagem, em parceria com o Centro de Formação do Magistério, busca proporcionar aos educadores participantes subsídios para trabalhar com os alunos questões envolvendo a mídia e seus desdobramentos. Propõe construir, com os professores, o conhecimento necessário para ler e entender as imagens do mundo contemporâneo, despertando sua capacidade de realizar leituras críticas, além de capacitá-los para a produção audiovisual. Ver site: http://pedagogiadaimagem.sites.uol.com.br.
Gestão Comunicativa em Espaços Educativos: orientação para o desenvolvimento de ecossistemas comunicativos em espaços como escolas e centros comunitários e populares, utilizando diversos recursos da comunicação.
Extroversão da Ação Educativa: palestras, exibições e debates de filmes em espaços educativos populares (atendimento a demandas das comunidades).
Produção e Comunicação Científica da Pedagogia da Imagem:participação em seminários regionais e nacionais de educação, divulgando as pesquisas e experiências realizadas no MIS.
Inclusão social: parcerias com instituições que desenvolvem projetos sociais para exibição e debate de filmes dentro das temáticas de seu interesse.
02 - Exposições
São duas as exposições de longa duração: no piso térreo, a exposição “Memorial do Prédio” que traz a trajetória de um dos mais importantes monumentos arquitetônicos da cidade, o Palácio dos Azulejos. No piso superior, a exposição “MIS – um museu brasileiro, um museu campineiro, um museu plural” que apresenta parte do acervo do museu e a história de sua produção cultural.
Exposições temporárias: o museu dispõe de salas para receber projetos expográficos da comunidade. Ver AGENDA.
Itinerantes: diversas exposições, produzidas pelo MIS, podem ser levadas para instituições culturais e educativas da cidade.
Ação educativa: visitas monitoradas para grupos e escolas, de terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 17h, com agendamento prévio, pelo telefone (19) 3236-7851.
03 - Exposições Itinerantes (emprétimo de material)
O Museu da Imagem e do Som de Campinas disponibiliza onze coleções de reproduções fotográficas para realização de exposições itinerantes, em espaços públicos e comunitários. Os empréstimos são gratuitos, por um período de até 30 dias.
Como solicitar
Enviar solicitação por meio de ofício
padrão (modelo disponível na
Secretaria do MIS), indicar o responsável
pela guarda e transporte
do material (assinar o termo de
responsabilidade) e agendar a
retirada e devolução.
Contato
Setor Administrativo do Museu da
Imagem e do Som de Campinas.
Fone: (19) 3733-8800.
Horário de atendimento:
de segunda a sexta-feira, das 9h às
12h e das 14h às 17h.
Clique aqui para ver as coleções.
01 – Atendimento administrativo
Localização:
MIS Campinas – Palácio dos Azulejos - Rua Regente Feijó, 859, Centro
Campinas – São Paulo – CEP 13.013-150
Informações gerais e contatos: telefone (19)3733-8800
e-mail: miscampinas@gmail.com e misprogramacao@ig.com.br
Ministério da Cultura
http://www.cultura.gov.br
IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
http://www.portal.iphan.gov.br
Cinemateca Brasileira
http://www.cinemateca.com.br
POPCINE- Circuito Popular de Cinema
http://www.popcine.org.br
Associação Brasileira de Museologia
http://www.museologia.org.br
Museu da Pessoa
http://www.museudapessoa.net
Overmundo
http://www.overmundo.com.br
ICOM – Conselho Internacional de Museus
http://www.icom.org.br
Museu de Imagem e do Som de São Paulo
http://www.mis.sp.gov.br
Instituto Moreira Salles
http://ims.uol.com.br/ms
O MUSEU DA CIDADE foi criado, em 1992, a partir da fusão do acervo de três museus existentes no Bosque dos Jequitibás: Museu Histórico, Museu do Folclore e Museu do Índio. Seu objetivo é a preservação e discussão da memória e da história da cidade e de seus diversos agentes sociais, resgatando as camadas populares como agentes da história. Isto porque na antiga concepção, os objetos históricos eram os objetos pertencentes às elites, enquanto os objetos das camadas populares pertenciam ao folclore e ou ao indígena.
Partindo dessa história de composição do acervo, é perceptível que o acervo material do atual Museu da Cidade é vasto e eclético, organizando-se em coleções de arqueologia, arte plumária e cestaria, objetos e quadros que datam do século XIX e doações recente. As coleções de arqueologia, de arte plumária e cestaria são compostas por objetos recolhidos em Sambaquis e expedições a comunidades indígenas do Centro - Oeste e Norte brasileiro realizadas pelo professor Desidério Aytai e os alunos do curso de Ciências Sociais da PUCCAMP no final da década de 1950 e durante a década de 1960. Além destas, existem coleções que relacionam - se com antigas instituições da cidade como Bloco Carnavalesco Azul e Branco, Escola Estadual Culto à Ciência entre outras.
No momento atual, a equipe técnica do Museu da Cidade tem trabalhado para inventariar e catalogar as peças do acervo, assim como criar condições adequadas para acondicionamento e armazenamento das peças, o que se traduz também na construção de uma reserva técnica climatizada e aquisição de materiais necessários à embalagem das mesmas.
Acervo do Museu da Cidade
O Acervo do Museu da Cidade é composto por aproximadamente 6000 peças. Estas peças estão dividas em coleções de arqueologia, arte plumária, numismática e filatelia entre outras. Além disso, o Museu possui biblioteca e arquivo sobre história da cidade de Campinas e museologia.
O acervo arqueológico e de arte plumária começou a se formar sob a direção do Professor Desidério Aytai e reúne peças coletadas em suas expedições com os alunos a sambaquis e aldeias indígenas. As coleções de numismática e filatelia são formadas por doações ocorridas ao longo do século XX e compostas por moedas e selos de diversos países e períodos. Ainda há objetos e imagens da antiga Campinas que permitem reativar a memória sobre os tempos passados de nossa cidade. Esses objetos foram doados por moradores bem como por historiadores / memorialistas da cidade, entre eles: Jolumá Brito, Albino J. de Oliveira , Teodoro de Sousa Campos, José de Castro Mendes entre outros.
A Biblioteca e Arquivo estão abertas ao público para pesquisa no local mediante agendamento prévio.
Nos links abaixo você tem acesso aos textos de apoio:
Acervo Bibliográfico
Acervo Fotográfico
Entre a memória e a história
História de Campinas Parte 1
História de Campinas Parte 2
História de Campinas Parte 3
História de Campinas Parte 4
Representações da Cidade
E-mail
museudacidade@campinas.sp.gov.br
Centro de Memória da Unicamp
www.centrodememoria.unicamp.br
Revista Museu
www.revistamuseu.com.br
Centro de Ciências, Letras e Artes
www.ccla.org.br
Centro de Preservação Cultural da USP
www.usp.br/cpc/v1
O LAGO DO CAFÉ ENCONTRA-SE INTERDITADO PARA VISITAÇÃO PÚBLICA.
A implantação do Museu se deu em 1996 e procura desempenhar sua função social de contribuir para a compreensão da sociedade onde está inserido, com a educação, permitir a comunicação do que é preservado e atuar fora do território de sua sede.
É possível trabalhar com o poder da memória, colocando-o a serviço do desenvolvimento social, utilizando o museu como instrumento de intervenção social.
Desta maneira, o Museu do Café passou a trabalhar diversos aspectos da história da economia cafeeira, fazendo um recorte nas relações de trabalho, abordando problemas sociais e aspectos culturais de uma coletividade, bem como procurando entender as expectativas de diferentes segmentos da sociedade, dentro de um universo que envolve personagens anônimos, heróis fabricados, histórias consideradas importantes oficialmente, excluídos da história (social e culturalmente falando), o erudito e o popular, enfim, compreender o que somos, quem somos.
O LAGO DO CAFÉ ENCONTRA-SE INTERDITADO PARA VISITAÇÃO PÚBLICA.
Exposições:O Centro de Educação Ambiental tem por objetivo educar para a conservação do meio.
Nele são desenvolvidas atividades, para diferentes públicos, realizadas por biólogos, graduandos da área de Ciências Biológicas e especialistas convidados de áreas afins.
Tem por objetivo educar para a conservação ambiental, através de programas para diferentes públicos.
As atividades são realizadas por biólogos e graduandos da área de Ciências Biológicas e especialistas convidados de áreas afins.
ATIVIDADES PARA A REDE ESCOLAR: Abordam temas relacionados à fauna e à flora, sendo direcionadas para os ensinos infantil, fundamental e médio.
PERÍODO em que são oferecidas as atividades monitoradas: Nos meses de março, abril, maio, junho, agosto, setembro e novembro, às 3ªs e 5ªs feiras.
AGENDAMENTO das atividades: Pode ser feito através do fone/fax (19) 3251-9849 e confirmado através de oficio da Escola, em papel timbrado enviado por fax. Dez dias antes da visita, a Escola deverá entrar em contato com o Museu Dinâmico para assinatura do contrato. No oficio deverá constar o número de alunos, de professores responsáveis, a série
e o tema escolhido. O contato será com a Teca através do fone 3252-2598 ou 3294-5596.
VALORES das atividades monitoradas:
ESCOLAS MUNICIPAIS DE CAMPINAS: Isentas de taxa
ESCOLAS MUNICIPAIS DE OUTRAS CIDADES E ESCOLAS ESTADUAIS: A monitoria tem uma taxa de R$ 150,00. Está incluída a visita ao Museu, ao Aquário e à Casa dos Animais Interessantes.
ESCOLAS PARTICULARES: R$ 300,00 até 50 alunos; R$ 6,00 por aluno excedente (máximo 60 alunos no total). Está incluída a visita ao Museu, ao Aquário e à Casa dos Animais Interessantes.
VISITA AO MUSEU, AO AQUÁRIO E À CASA DOS ANIMAIS INTERESSANTES: Para as escolas municipais e estaduais a visitação aos espaços sem acompanhamento e sem palestras ocorre gratuitamente, desde que se apresente um ofício da escola. Nos demais casos, o valor do ingresso é R$ 2,00 por pessoa. Crianças até 6 anos e adultos a partir de 60 anos têm entrada franca.
Horário das atividades monitoradas: das 9h às 12h ou das 14h às 17h.
TEMAS
Tocando os animais (indicado para pré-escola, ensino fundamental).
Conhecer a biologia, comportamento e características de alguns grupos animais, manipular animais vivos e taxidermizados.
Extinção (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Conhecer a fauna e a flora ameaçadas de extinção, as causas e as conseqüências.
Animais Peçonhentos (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Biologia dos animais peçonhentos vertebrados e invertebrados. Acidentes, tratamento e prevenção.
Defesa - Predação e Cadeia Alimentar (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Aprender conceitos e o comportamento de defesa que as espécies desenvolvem ao longo de sua história evolutiva.
Adaptação (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Relacionar as adaptações de algumas espécies. Manuseio de bicos, dentes, pêlos, penas, escamas, entre outros.
Matas brasileiras (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Características e distribuição geográfica das regiões brasileiras. Espécies típicas e os problemas ambientais.
Evolução do Reino Animal (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio). A história evolutiva dos principais filos do reino animal.
O mundo dos insetos (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Conhecer sobre a biologia e o comportamento dos insetos. Relações entre insetos e plantas.
*Aquecimento Global: depende de nós?* 4ª a 8º série do ensino fundamental e médio. Passar conhecimentos sobre o impacto do aquecimento no meio.
PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE NOSSAS ATIVIDADES EDUCATIVAS, VISITE TAMBÉM OS LINKS AGENDA E O QUE OFERECE.
PRÓXIMA PALESTRA DA SÉRIE "SAÚDE & QUALIDADE DE VIDA"
25 DE JUNHO - QUINTA-FEIRA
A partir das 8h30 (manhã):
"DIABETES E ALIMENTAÇÃO"
Palestrante: Eng. de Alimentos Júlio Lúcio Mukuno
ENTRADA FRANCA
LOCAL DA PALESTRA: Auditório do Museu de História Natural
HORÁRIO: 8h30 (MANHÃ)
ENDEREÇO: Rua Cel. Quirino, 2, Bosque dos Jequitibás.
INFORMAÇÕES: 3251-9849 / 3295-5850 / museuaquario@terra.com.br
Lotação máxima do espaço: 90 pessoas.
(Acesso por ordem de chegada. Para sua comodidade, compareça com alguns minutos de antecedência).
INFORMAÇÕES: 3251-9849 / 3295-5850 / museuaquario@terra.com.br
O Museu de História Natural possui um acervo de mais de 2000 peças, incluindo mamíferos, aves, répteis, peixes, insetos e invertebrados.
Muitas dessas peças estão em dioramas representando ecossistemas como: Mata Atlântica, Floresta Amazônica, Cerrado, Pantanal Matogrossense e Litoral Paulista. Outras exposições são: Aves-Diversidade, Peixes, Defesa, Extinção, Predação, Dentição-Adaptação, Botânica, Animais Venenosos, Reino Animal, Deriva Continental, Teratogênese e Taxidermia.
Aqui você encontra informativos, apostilas e material de apoio a atividades educativas. A utilização e a reprodução para fins didáticos e de pesquisa é autorizada mediante a citação da fonte, com crédito aos autores.
Em caso de dúvida, entre em contato conosco, por e-mail ou por telefone (Museu de História Natural – Campinas SP – (19) 3251-9849 –museuaquario@terra.com.br).
HORÁRIO
De terça-feira a domingo e feriados:
Das 9h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h30.
INGRESSO
R$ 2,00, com direito a visita aos três espaços (Museu, Aquário e Casa dos Animais Interessantes).
Crianças até 6 anos e adultos a partir de 60 anos têm entrada franca.
ENDEREÇO
Rua Cel Quirino, nº 2 – Bosque dos Jequitibás
CEP: 13025-010 - Campinas – SP
TELEFONE: (19) 3295-5850
FONE-FAX: (19) 3251-9849
E-MAIL: museuaquario@terra.com.br
Aviso
Atualmente o Aquário Municipal de Campinas se encontra fechado para reforma.
Antonio Carlos de Almeida
Daniel Santos de Aguiar
Denise Soares Polydoro Coutinho
Dulce Bierrenbach de Castro Mendes Sansano
Flavio Jorge Abrão
Isabel Pagano
Mariângela Formenti
Maria Zilda Braida de Lima
Sebastião Cristino Lucas
PROGRAMAÇÃO
UNIDADE 1- PLANETÁRIO MUNICIPAL DE CAMPINAS
Escolas:
Sessões do Planetário, Descobrindo o Sistema Solar e Descobrindo o Universo.
Público:
Sessões Públicas aos domingos em dois horários: 15h30 e 17h.
UNIDADE 2- ESPAÇO CIÊNCIA ESCOLA
Escolas:
Tendo havido interrupção das atividades nos laboratórios, o MDCC - Unidade 2, deverá reativar seu atendimento escolar, projetando esta expectativa para início do segundo semestre de 2007. Programação em fase de reelaboração
Público:
Cursos e Oficinas: Este espaço, mantém atividades em parcerias com outras entidades
Atendimento Escolar
A agenda para atendimento às Escolas se encontra lotada para maio e junho, inclusive com estabelecimentos em lista de espera no caso de eventuais desistências. O agendamento para o segundo semestre está aberto, podendo ser solicitado pelo telefone (19) 3298-6566 de segunda à sexta-feira, das 07h00 às 15h00 (anotações e informações) e das 15h00 às 23h00 (agendamento e informações); sábados, domingos e feriados, das 07 às 23h00 (anotações e informações). O agendamento deve ser requerido ou confirmado, via ofício, somente pelo(a) diretor(a) ou coordenador(a) pedagógico(a) do estabelecimento de ensino.
Observações
- Ingressos R$ 3,00 aos domingos, isentando-se crianças até 6 anos, maiores de 65 e servidores da Prefeitura Municipal de Campinas, devendo ser apresentado documento comprobatório na portaria.
- O atendimento público dominical se realiza das 17h00 às 21h00, com os portões fechando às 20h40 e permanecendo no local somente as pessoas que ingressaram para recepção até às 21h00.
Estrada das Cabras (CAM 245) s/Km, Monte Urânia, Serra das Cabras, Distrito de Joaquim Egídio, (19) 3298-6566, Campinas/SP.
Latitude (φ): 22º53.59’59.9” Sul – Longitude (λ): 46º49.49’30” Oeste – Elevação (h): 1.030 m www.observatorio.campinas.sp.gov.br
Correspondência: Rua José Ignácio no 14, Distrito de Joaquim Egídio, Campinas/SP, CEP 13108-006.
e-mail: oaorf@ig.com.br
Avenida Anchieta, nº 200 – Campinas - SP – CEP: 13015-904 — PABX: (19) 2116-0555 — CNPJ 51.885.242/0001-40
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