Museus


Apresentação dos Museus


Os museus são instituições permanentes, a serviço da sociedade e de seu desenvolvimento, abertos ao público, e tem entre seus objetivos a aquisição, conservação, pesquisa e exibição para finalidade de estudo, educação e apreciação, de evidências materiais dos povos e seu ambiente. (definição do Conselho Internacional de Museus – ICOM – 1972)

Os museus, pertencentes à Secretaria Municipal de Cultura de Campinas são:

MACC – Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”

MHN – Museu de História Natural

MIS – Museu da Imagem e do Som

MUCA – Museu do Café

MUCI – Museu da Cidade

MDCC – Museu Dinâmico de Ciência de Campinas

Apesar de possuírem temáticas e acervos distintos, todos os museus municipais têm a preocupação em estreitar o contato com seu público, seja através das exposições, monitorias, publicações, paletras e seminários, entre outras ações.

Este site representa mais uma ação para aproximarmos o público dos museus desta cidade, seja o turista que quer conhecer os museus de Campinas, seja o morador da cidade que também quer conhecer mais, seja professores, alunos, pesquisadores, enfim, independente do que possa motivar você, aqui poderá encontrar um panorama geral dos museus e esperamos que isto também estimule sua visita a estes espaços. Seja bem vindo e boa navegação !

Renata Sunega

Agenda


Para saber mais, consulte as agendas dos museus:
MACCMISMUCIMUCAMHNMDCC e OMJN

Divulgação


Conheça o Centro de Memória, Arquivo e Cultura do TRT 15ª Região

 

Museu de Arte Contemporânea

Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”

O Museu de Arte Contemporânea de Campinas tem como finalidade reunir, documentar, estudar, conservar, expor e divulgar a arte contemporânea, bem como realizar outras atividades artísticos-culturais. Também é finalidade do MACC desenvolver atividades arte educativas, junto as escolas da cidade e a grupos especiais. O MAC de Campinas caracteriza-se como uma instituição de natureza museológica e educacional, preservadora da memória e patrimônio cultural, representados por seu acervo, sua história e experiências e geradora de produção artístico cultural, orientada pela convicção de que o desenvolvimento do potencial expressivo/criativo do ser humano é elemento fundamental no processo de construção da individualidade, sensível e consciente e pela adoção de um conceito contemporâneo e dinâmico de Museologia em que todo ser humano, em sua relação com o objeto, independente de sua classe social e nível de formação, é visto como agente transformador da realidade concreta da qual ambos fazem parte.

PÚBLICO

O MAC de Campinas tem como objetivo atingir a população da cidade com eventos, palestras e cursos que traduzam, informem e aproximem os segmentos de arte contemporânea junto a população, também deve haver junto ao Museu a questão da “inclusão social”, de modo a que deficientes e outras camadas mais desfavorecidas da população possam acessar o MACC. É do interesse do MACC atingir o público mais variado possível, incluindo da pré-escola à terceria idade.

Histórico

A criação do MACC foi a junção de esforços particulares, públicos e, principalmente, pela vontade e empenho de artistas de Campinas envolvidos com o movimento contemporâneo nas artes plásticas, como o Grupo Vanguarda, formado por Bernardo Caro, Edoardo Belgrado, Eneas Dedecca, Francisco Biojone, Franco Sacchi, Geraldo Jürgensen, Geraldo de Souza, Maria Helena Motta Paes, Mário Bueno, Raul Porto e Thomaz Perina. A maioria representada no acervo do museu.

Fundado em 1965 pela Secretaria de Educação e Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas, sob a coordenação da professora Jacy Milani, funcionou até 1976 no antigo prédio da CPFL, na Avenida da Saudade, quando o milionário campineiro Roque Mellilo doou para a cidade o atual edifício do museu, que, em homenagem ao artista plástico campineiro, passou a chamar Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”.

Hoje, com 41 anos, podemos dizer que o MACC é uma das instituições mais importantes e significativas do panorama cultural brasileiro.

No MACC foram expostas algumas obras dos mais renomados artistas plásticos como Roberto Burle Marx em 1990; Salvador Dali 1998; Lasar Segal em 2000; Guignard em 2001; José Pancetti em 2002; A Arte Brasileira no Acervo da Pinacoteca, em comemoração aos 40 anos do museu entre outras.

Exposições como estas tem fortalecido a programação junto ao público que aumenta a sua freqüênca a cada ano.

Num espaço de 1300m2, estão instalados a administração, biblioteca, salão de exposição, e um espaço para reserva técnica além de uma sala climatizada com 140m2.

O Museu possui um acervo composto por 660 obras entre esculturas, pinturas, objetos e instalações artísticas, originadas principalmente através de doações dos artistas e dos Salões de Arte Contemporânea já realizados, onde grandes nomes no cenário artístico como Cláudio Tozzi, Antonio Henrique do Amaral, José Roberto Aguilar, Mira Schendell, entre outros, começaram sua carreira.

Através desses salões, foi adquirida a maioria das obras do seu acervo, por meio de prêmios conferidos pela Prefeitura, Câmara Municipal e, eventualmente, por outras entidades públicas ou empresas privadas.

Entre os principais nomes do acervo figuram José Roberto Aguillar, Amélia Toledo, Mira Schendell, Antonio Henrique Amaral, Cândido Portinari, Luis Paulo Baravelli, Lasar Segall, Roberto Burle Marx, Ivald Granato, Bassano Vaccarini, Odila Mestriner, Emanoel Araújo, Claudio Tozzi, Waldomiro de Deus, Cildo Meireles, Ana Maria Maiolino e Waltércio de Caldas. 

Programa Educativo

Textos de Apoio

40 anos - O início da jornada

Um museu que nasce em meio à ditadura, 1965. Um período em que poucos artistas mal podiam expressar o que sentiam e pobres daqueles que resolviam enfrentar este poder. 

Nascia um espaço onde a arte contemporânea poderia ser apreciada, discutida e refletida. Nascia um espaço para a produção contemporânea, um museu onde os artistas podiam expressar o que sentiam.

Um museu que nascia de uma reivindicação dos artistas locais para sua produção, artistas estes que sonharam um dia, um museu contemporâneo e que este sonho fosse compartilhado com a cidade. Um museu onde muitas obras de arte e nomes famosos encontraram seu destino formando um patrimônio valioso; onde muitas pessoas entraram pelos portais da História da Arte Brasileira e com ela se encantaram; um museu onde muitos artistas jovens expuseram pela 1ª vez e se consagraram; um museu onde centenas de crianças se maravilharam e produziram inspiradas em obras fantásticas, críticas, estranhas, agradáveis e incompreensíveis. Um museu vivo que se comparando com “idade dos museus” é um “museu-criança” e que 40 anos é o começo desta vida. Residência de nomes como Segall, Portinari, Mira Schendell, Antonio Henrique do Amaral, Regina Silveira, Egas Francisco, Cláudio Tozzi, Mario Bueno, Marcelo Grasmann, Burle Marx, Erik Olsen, quantos nomes... Quantos artistas, famosos ou não, estiveram ali... Artistas, pessoas, quantos alí se emocionaram... ...Quantos eventos, quantas aberturas maravilhosas e inesquecíveis, quantas oficinas, estudos, exibições, performances, idéias, discussões e Salões de Arte que premiaram a cidade com sensibilidade, com força, com imaginação...

Um museu construído pelo esforço de muitos artistas, funcionários públicos, curadores, patrocinadores, professores, crianças, historiadores, voluntários, leigos e especialistas, profissionais e amadores, todos contribuíram como puderam, todos ajudaram no crescimento desta “criança”, cada um deles dando sua porção de carinho, de amor, de atenção, de trabalho duro e de conhecimento. Cada um deles é responsável por estes 40 anos de vida - o início de uma longa jornada, o início de uma longa vida.


Fernando de Bittencourt
Curador MAC Campinas

O que oferece

  • Agendamento de escolas para visitação nas exposições
  • Agendamento de pesquisadores, professores, arte educadores e público em geral nas exposições, acervo e biblioteca
  • Oferece publicações e informativos ligadas a arte contemporânea
  • Oferece encontros com os artistas e curadores das exposições em andamento com pesquisadores, professores, arte educadores e público em geral.
  • Atende pesquisadores sobre informações ligadas a arte contemporânea e outras atividades culturais da cidade

Agenda

TOMIE GRÁFICA

A exposição Tomie Gráfica, organizada pelo Instituto Tomie Ohtake em parceria com o Sistema Estadual de Museus – SISEM-SP e Prefeitura Municipal de Campinas, reúne 90 trabalhos selecionados pelo curador Agnaldo Farias, também curador da próxima edição da Bienal Internacional de São Paulo. O conjunto de obras evidencia como a gravura é, e sempre foi, um campo inesgotável de experiências para Tomie Ohtake. Experimentalismo incomum para a técnica milenar, a obra em gravura da artista surpreende não só pela inovação, como também por uma fecunda produção que resulta hoje em mais de 400 trabalhos, realizados em séries ou individualmente.

Técnica que domina desde o final dos anos 60, a artista vem superando suas possibilidades para avançar na pesquisa de linguagem, como pode apontar esta retrospectiva que reúne 75 trabalhos, de 1968 a 2005. Do início até 1974, Tomie utilizava-se da serigrafia e da litografia. Porém foi na gravura em metal, a partir de 1987, que encontrou a mesma liberdade do pincel e com a qual segue trabalhando nestes últimos 20 anos, ao lado de seu impressor Cláudio Vasques. Paralelamente à exposição, com a reconhecida trajetória do Instituto em trabalhos educativos e a preciosa colaboração da Elektro, haverá um curso de formação – Ateliê de Gravura – para 30 professores da rede pública.

Da década de 90 para cá, Tomie intensificou sua forma ímpar de lidar com o suporte. Em 1996, cria Grandes Formatos, série em que três unidades de imagens são compostas pela verticalidade e pelo raciocínio construtivo, resultando em um tamanho inédito para a gravura 280 x 70 cm. Com múltiplas possibilidades de arranjo, resguarda a autonomia de cada imagem que se coletiviza na justaposição com as outras. Em 1997, destaca-se o álbum Yu-Gen, composto por doze trabalhos - poemas de Haroldo de Campos e imagens de Tomie - inspirados no Japão. Em 1999, desafia a bidimensionalidade do suporte, ao criar formas recortadas e montadas em vidro, transformando, por meio da sombra que a forma projeta, a gravura em objeto.

Em 2005, sua obra avança de uma superfície à outra, expandindo o tradicional espaço de ocupação da gravura. São peças, de 220 X 30 cm, pensadas para ocupar ângulos de 90 graus. Podem ser colocadas verticalmente, no teto e parede, ou horizontalmente, na quina de duas paredes.

As gravuras de Tomie ganharam reconhecimento internacional a partir de 1972, quando foi convidada a participar da sala Grafica D’Oggi na Bienal de Veneza - exposição que contou com a presença dos mais importantes artistas do mundo, como os norte-americanos da Pop Art -, além de sua participação na Bienal de Gravura de Tóquio, em 1974, tradicional mostra internacional desta técnica.

Esta apresentação faz parte das itinerâncias planejadas pelo Instituto Tomie Ohtake – espaço cultural contemporâneo em São Paulo, que há oito anos desenvolve atividades de artes plásticas, design e arquitetura – para que as exposições contemplem outras cidades do país, além das capitais. Assim, as gravuras de Tomie já estiveram no Rio de Janeiro, em Salvador, Santos, Araraquara, Praia Grande, Ribeirão Preto e Registro.

Exposição: Tomie Gráfica
Abertura: 21 de janeiro, às 19h
Até 28 de março, de terça a sexta, das 9h às 17h, sábado, das 9h às 16, domingos e feriados, das 9h às 13h.
Local: Museu de arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti”
Rua: Benjamin Constant, 1.633
Centro – Campinas – SP
Fone: (19) 3236-4716 / (19) 2116-0346
Ver Cartaz

Informações à Imprensa Instituto Tomie Ohtake
Marcy Junqueira – Pool de Comunicação
marcy@pooldecomunicacao.com.br
Fone: (11) 3032-1599 / Fax: (11) 3814 -7000

 

Informações do edifício

SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
DEPARTAMENTO DE CULTURA
COORDENADORIA DE EXTENSÃO CULTURAL
MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE CAMPINAS “JOSÉ PANCETTI”

FACILITY REPORT

1.- DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO

O Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” - MACC, está instalado no perímetro urbano e na área do Paço Municipal, como Bloco edificado anexo, com acesso para o público pela Rua Benjamin Constant, 1633, térreo, Centro, Campinas, SP e, pela Rua Barreto Leme, s/nº, para acesso ao aos fundos do prédio (administrativos)

As dimensões de nosso espaço interno são as seguintes:

- reserva técnica: 147 m2
- área expositória: 20x35 m
(altura das paredes) 3,30 m
- sala climatizada acervo 140 m2

Obs.: Temos 5 sanitários (2 para uso interno e 3 para uso externo) e 1 mini-cozinha, totalizando aproximadamente.

- Área aproximada total: 1400m2

Características do espaço:

- Piso em epoxi cor creme
- Paredes em gesso acartonado e em alvenaria.
- Ar-condicionado (tipo “Split”) apenas na sala expositória especial; instalações preparadas para mais um aparelho do mesmo porte nessa sala.

2.- SISTEMA DE SEGURANÇA

O edifício do Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” - MACC, conta com guardas externos pertencentes ao corpo da Guarda Municipal que presta vigilância ao Paço Municipal.

3.- PREVENÇÃO DE INCÊNDIO

Dispomos de 11 extintores portáteis: gás carbônico, pó químico e de água pressurizada.
Temos 02 (dois) hidrantes na sala expositória, sendo 1 na sala especial climatizada.
Não temos brigada de incêndio própria. Somos atendidos pelos responsáveis técnicos do Paço Municipal.

Obs.: Nunca tivemos incidentes dessa natureza.

4.- SISTEMA DE ILUMINAÇÃO

A iluminação no espaço expositório é a seguinte:

lâmpadas dicróicas 2 tipos

5.- SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO

Somente a sala do acervo é climatizada.

Nosso espaço expositório não é climatizado em sua totalidade, exceto a sala especial. O edifício é construído em concreto armado, estamos no andar térreo e, por isso, nossa temperatura e umidade são estáveis.

Nossa temperatura média constante está entre 22 e 25 graus Celsius (no inverno), sem levar em conta o calor decorrente da ligação das luzes no espaço expositório.

Regimento Interno

DECRETO N° 14.840 DE 03 DE AGOSTO DE 2004
(Publicação DOM de 04/08/2004:07)

REGIMENTO INTERNO DO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE CAMPINAS "JOSÉ PANCETTI" - MACC

CAPÍTULO I – NATUREZA E FINALIDADE

Art. 1º - O Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC é um órgão da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas, fundado em 01 de setembro de 1965, com a realização do 1º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, tem por finalidade precípua reunir, documentar, estudar, conservar, expor e divulgar a Arte Contemporânea, bem como realizar outras atividades culturais e artísticas pertinentes, nos termos deste Regimento.
Parágrafo único. O Museu de Arte Contemporâneade Campinas "José Pancetti" – MACC caracteriza-se como uma instituição de natureza museológica e educacional, preservadora da memória e patrimônio cultural, representados por seus acervos, sua história e experiências e geradora de produção artístico-cultural, orientada pela convicção de que o desenvolvimento do potencial expressivo/criativo do ser humano é elemento fundamental no processo de construção da individualidade, sensível e consciente, e pela adoção de um conceito contemporâneo e dinâmico de Museologia em que todo o ser humano, em sua relação com o objeto, independente de sua classe social e nível de formação, é visto como um agente transformador da realidade concreta da qual ambos fazem parte.

Art. 2º Para a consecução da finalidade descrita no art. 1º deste regimento, o Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC, na medida dos recursos disponíveis, deverá:
reunir, no imóvel ocupado pelo MACC, obras artísticas contemporâneas, bem como promover estudos necessários sobre o referido acervo;
prover a adequada conservação de seu acervo, de acordo com as normas técnicas de conservação, zelando por sua segurança, bem como sua classificação e catalogação;
realizar exposições temáticas, comemorativas ou especiais para fins de visitação pública, bem como promover a divulgação de seu acervo;
criar um corpo de monitores para acompanhamento de visitantes às exposições;
premiar artistas selecionados em suas exposições, editais ou concursos artísticos;
atualizar e conservar a documentação referente à obra e à vida dos artistas contemporâneos;
fomentar exposições itinerantes do acervo em instituições congêneres, galerias de arte e organizações culturais do país e do exterior, observadas as normas regulamentares e legislação vigentes;
ceder, temporariamente, obras do acervo a museus, instituições culturais ou galerias de arte de renome, no país ou no exterior, observadas as normas regulamentares e legislação vigentes, bem como as disposições deste Regimento e assegurada a exposição na organização destinatária;
reunir e conservar a documentação referente às atividades e história do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC;
promover atividades educativas vinculadas à Arte-Educação;
exibir e fazer circular material audiovisual, referente produção artística contemporânea;
promover conferências, palestras, exibições de filmes e material audiovisual e realizar cursos sobre matéria de natureza cultural e artística;
exercer atividades literárias, cinematográficas e de vídeo, musicais, audiovisuais, cênicas e de artes plásticas;
promover estudo e pesquisas sobre as artes visuais, especialmente as nacionais, promover cursos regulares ou periódicos e conferências a cargo de especialistas, assim como congressos, simpósios ou seminários;
manter biblioteca especializada, documentação e arquivo;
promover a edição de impressos, livros ou folhetos sobre artes plásticas, publicações e material de difusão científica, cultural e educacional;
realizar intercâmbios com entidades congêneres, mediante acordos de cooperação, ceder as instalações e os equipamentos a terceiros, exclusivamente para fins artísticos, obedecidas as normas regulamentares da Prefeitura Municipal de Campinas;
Parágrafo único. Todas as atividades desenvolvidas pelo Museu serão aprovadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Turismo e serão coerentes com a política cultural global e setorial da PMC, obedecidas suas normas regulamentares, tendo como preocupação básica a integração das suas diversas atividades, a relação com seus freqüentadores e a necessidade de uma permanente reavaliação de sua natureza e objetivos.

CAPÍTULO II – DO PATRIMÔNIO E RECURSOS FINANCEIROS

Art. 3º O patrimônio do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC é composto pelos bens, móveis e imóveis sob sua administração, principalmente as obras devidamente tombadas em Livro de Tombamento registrado pelo Museu, e, ainda, aqueles que forem ou virão a ser adquiridos e/ou recebidos posteriormente.

Art. 4º Os recursos financeiros do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC são constituídos por:
dotações orçamentárias diretas provenientes da Prefeitura Municipal de Campinas;
patrocínios, doações, auxílios, contribuições e legados de pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado, através do Fundo de Assistência a Cultura - FAC, segundo Lei n° 4.712, de 03 de maio de 1977.
§ 1º As doações com encargos ou condições deverão ser previamente aceitas pela Prefeitura Municipal de Campinas.
§ 2° Os recursos externos destinados ao Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC serão total e integralmente nele aplicados, de acordo com as diretrizes da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, respeitadas as normas regulamentares da Prefeitura Municipal de Campinas e as normas legais vigentes.
§ 3° Os bens, direitos e recursos do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC serão utilizados exclusivamente na consecução dos seus objetivos, definidos neste Regimento Interno.

CAPÍTULO III – DA ORGANIZAÇÃO E ESPAÇO INTERNO

Art. 5º O Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC está instalado no perímetro urbano e na área do Paço Municipal, como bloco edificado anexo, com acesso para o público pela Rua Benjamin Constant, nº 1.633 - térreo, Centro - Campinas - SP.

Art. 6º A organização interna do Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC compreende as seguintes áreas:
Área da Reserva Técnica;
Área Administrativa;
Área de Ação Educativa – MACQUINHO;
Área Expositiva;
Biblioteca;
Sala Multi-Mídia.

CAPÍTULO IV - DA AQUISIÇÃO DE OBRAS PARA O ACERVO DO MUSEU

Art. 7º A aquisição de obras para o acervo, poderá ocorrer por compra, doação, legado ou permuta.

Art. 8º Para cada aquisição de obra, a qualquer título, lavrar-se-á um termo de incorporação ao acervo, bem como o registro em livro de tombamento, conforme artigo 15 deste Regimento.

Art. 9º Os funcionários do Museu são impedidos de realizar qualquer transação com a entidade, salvo à título inteiramente gracioso;

CAPÍTULO V - DO ACESSO, DO AGENDAMENTO, DO HORÁRIO E DO FUNCIONAMENTO DAS EXPOSIÇÕES

Art. 10. A utilização da área expositiva será de responsabilidade da Chefia de Setor, cumprida a legislação vigente, bem como o caráter último do Museu determinado neste Regimento.

Art. 11. As exposições de obras não pertencentes ao acervo devem ser precedidas de um projeto curatorial aprovado pelo Museu ou por comissão devidamente nomeada pelo(a) Secretário(a) Municipal de Cultura, Esportes e Turismo.

Art. 12. Cabe à direção do Museu fixar o horário e os dias de semana em que o Museu estará aberto à visitação pública.

CAPÍTULO VI - DA CESSÃO DE OBRAS POR EMPRÉSTIMO

Art. 13. As peças do acervo do MACC não poderão ser retiradas de sua sede sob nenhum pretexto, a não ser por motivos de ordem técnica, de preservação e restauração ou para fins estritamente artísticos, sempre, porém, com prazo certo e breve, após autorização expressa e exclusiva do(a) Sr(a) Secretário(a) Municipal de Cultura, Esportes e Turismo.

CAPÍTULO VII - DAS CÓPIAS E REPRODUÇÕES GRÁFICAS DAS OBRAS DO MUSEU

Art. 14. É permitida a execução de cópias e reproduções das obras do museu, por parte de terceiros.
Parágrafo único. A execução de cópias e reproduções das obras do MACC poderão ser permitidas através de requerimento do interessado ao Museu.

CAPÍTULO VIII- DO CADASTRO, DO TOMBAMENTO E REAVALIAÇÃO DO ACERVO

Art. 15. Todas as obras ou peças adquiridas, doadas, permutadas, transferidas ou legadas ao MACC devem ser cadastradas e tombadas.
Parágrafo único. No livro de tombo deverá constar a origem, título da obra, valor, dimensões, técnica e sua forma de incorporação.

CAPÍTULO IX - DO ACESSO À BIBLIOTECA

Art. 16. Cabe ao MACC facultar a todos os interessados o acesso à sua biblioteca, facilitando os trabalhos de consultas e pesquisas, não sendo cobrados ingressos dos confluentes.
Parágrafo único. As consultas só poderão ser feitas "in loco", não sendo permitida a retirada de livros, publicações ou ilustrações de suas dependências.

CAPÍTULO X - DA AÇÃO EDUCATIVA

Art. 17. O Projeto de Arte-Educação do MACC será denominado MACquinho, com as seguintes atribuições:
a) desenvolver atividades pedagógicas visando melhor aproveitamento da potencialidade educacional das obras do acervo do Museu, bem como das exposições realizadas;
b) identificar e contatar o público alvo, objeto das atividades educativas, desenvolvendo técnicas de divulgação específicas para esta clientela;
c) planejar, executar e avaliar as atividades vinculadas ao ensino formal e não formal de arte, inclusive em cooperação com outras instituições;
d) promover, periodicamente, a avaliação das atividades específicas desenvolvidas na área
e) elaborar, anualmente, programa de trabalho, cujos projetos educacionais levem à eficácia da Área e ao atendimento de seus objetivos;
f) divulgar os resultados de suas atividades
g) exercer outras atribuições que lhe forem atribuídas pela direção do Museu.

CAPÍTULO XI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 18. Poderá o Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" – MACC receber, através do Fundo de Assistência à Cultura, patrocínios financeiros e doações para projetos específicos a serem desenvolvidos pelo Museu ou em parceria com outros órgãos públicos.

Art. 19. Fica eleito o(a) Secretário(a) de Cultura, Esportes e Turismo para julgar os impasses e responder as dúvidas que possam ocorrer ao longo dos trabalhos realizados pelo Museu. 

Links


Links nacionais:

http://www.mac.usp.br/
http://www.macniteroi.com.br/
http://www.pr.gov.br/mac/
http://www.museuvirtual.com.br/
http://www.mamrio.com.br/
http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_mam.htm
http://www.cultura.pe.gov.br/museu3.html
http://www.riogrande.com.br/turismo/palegre_museus_arte.htm
http://www.brazilonboard.com/campogrande/7904.asp

Links internacionais:

http://www.contemporarystl.org/
http://www.camh.org/
http://www.mcachicago.org/
http://www.camnc.org/
http://cam.arts.usf.edu/CAM/cam_about.html
http://www.newmuseum.org/
http://www.kemperart.org/
http://www.tehranmoca.com/en/index.aspx
http://www.macm.org/en/index.html
http://www.mca.com.au/
http://www.mcasd.org/
http://www.mot-art-museum.jp/english/
http://www.tcmhi.org/
http://www.lacma.org/
http://www.bmoca.org/
http://www.mattress.org/
http://www.ps1.org/ps1_site/index.php
http://www.moca-la.org/index.php
http://www.smoca.org/
http://wwar.com/marketplace.html
http://www.adhikara.com/
http://www.contemporaryartscenter.org/
http://www.contemporarystl.org/podcast.php
http://www.camk.or.jp/english/index.html
http://www.camh.org/exhib_MAIN.html
http://www.kanazawa21.jp/en/index.html
http://www.tate.org.uk/modern/
http://www.mocacleveland.org/
http://www.daummuseum.org/
http://www.museumofglass.org/
http://www.mocataipei.org.tw/_english/index.asp
http://www.thedcca.org/
http://www.indymoca.org/public/

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Museu da Imagem e do Som

Museu da Imagem e do Som

O Museu da Imagem e do Som é uma instituição que desde sua criação vem preservando e difundindo um importante acervo de memória audiovisual da cidade de Campinas.

Abrangendo setores de Vídeo e Áudio, Fotografia, Música, Cinema, Objetos Tecnológicos, Educação Patrimonial, acompanha a tendência geral do papel que os museus ocupam atualmente na sociedade, atuando como microcosmo social e possibilitando conhecimento à sociedade através da valorização de múltiplas atividades.

Histórico

História do MIS

Através da lei municipal 4576/75, datada de 30 de dezembro de 1975, o MIS foi viabilizado pelo poder público municipal a partir da idealização de um grupo de fotógrafos, cineastas e cineclubistas da região, envolvidos na produção e difusão da fotografia, cinema e audiovisual, liderados por Henrique de Oliveira Júnior e Dayz Peixoto Fonseca. 

O objetivo era preservar e reunir, sistematicamente, a memória audiovisual de Campinas e região, cujas peças vinham sendo guardadas de maneira isolada, em outros museus da cidade, e em outras instituições públicas municipais ou mesmo integrando coleções particulares.

Desde então, o Museu da Imagem e do Som vem encontrando em colaboradores e na sociedade civil parceiros fundamentais para sua consolidação e investindo em ações culturais educativas como um modo efetivo de dialogar com a população de Campinas e região.

Em 2004, o MIS ganhou sede própria no Palácio dos Azulejos, iniciando uma nova fase de planejamento em relação aos acervos e desenvolvimentos de programas e projetos e fortalecimento de comunicação com o público.

História do Palácio dos Azulejos

O Palácio dos Azulejos é a única edificação na cidade considerada patrimônio nacional, tombado pelo IPHAN (processo nº736-T-64 em 1967). Também reconhecido como patrimônio estadual e municipal, foi tombado pelo CONDEPHAAT (1981) e CONDEPACC (1988).

Construído para residência de Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, funcionou como solar residencial até 1908, quando foi vendido à Prefeitura Municipal de Campinas, que o ocupou como sede do governo municipal até 1968; a partir desta data permaneceu seu uso público pela SANASA (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A) até 1996, ocasião em que foi transferido para Secretaria Municipal de Cultura.

Trata-se de imponente prédio que, em conjunto com outras edificações urbanas do período, é representante do que se identificou como a construção da “modernidade” de Campinas no século XIX. 
Na década de 50, foi assunto e alvo de polêmica apaixonada na imprensa local, onde um grupo de cidadãos defendia a criação de um museu histórico e pedagógico e outro sugeria sua demolição. Na década de 70, quase se tornou sede do recém criado MIS. Verifica-se, portanto, que a idéia de um museu, e do próprio MIS, no local é mais remota.

O conceito de instalar instituições museológicas em prédios históricos acompanha o museu desde seus primórdios. Nesse caso a fusão do MIS com o Palácio dos Azulejos contribuiu para ampliar o potencial de memória de ambos no contexto cultural de Campinas; o MIS com suas linguagens relacionadas à modernidade e o Palácio, relacionado à tradição e ao poder, agora nesse novo uso, atualizado e democratizado.
O Palácio dos Azulejos é um dos símbolos da história da cidade e por isso foi escolhido como um dos marcos da revitalização do centro de Campinas.

Acervo

O acervo do MIS é constituído por um dos mais significativos conjuntos de fotos, filmes, negativos, vídeos, slides, discos, fitas e objetos sobre a história social e cultural da cidade de Campinas e região, e se apresenta em cinco diferentes linguagens: Audiovisual (cinema e vídeo), Fotografia, Música, Tecnologia e Biblioteca, atraindo pesquisadores de todo o país. 

Desde sua fundação, o museu cumpre sua missão de captar, organizar, preservar e divulgar esses registros, além de abordar os elementos significativos do desenvolvimento e do uso da tecnologia audiovisual nas artes e nas manifestações sociais.

1. Fotografia

O Setor de Acervo Fotográfico do MIS é composto atualmente de 75 (setenta e cinco coleções), com aproximadamente 35.000 (trinta e cinco mil) imagens, abrangendo o período de 1870 até 2003.
A riqueza de imagens e possibilidades de pesquisa desse acervo destaca o MIS como um importante agente na salvaguarda da memória e na difusão da história de Campinas e região.
O acervo fotográfico demonstra a Campinas do final do século XIX, suas chácaras e núcleo central, sua intensa transformação urbana na década de 50 (cinqüenta), os movimentos culturais da cidade, os atos administrativos de vários prefeitos e obras públicas, solenidades políticas e principalmente o povo como protagonista dessa história.
Atualmente as Coleções estão em processo de digitalização, sendo que já estão totalmente disponíveis os seguintes acervos:

Relação das Coleções Fotográficas Nº imagens
01 Henrique de Oliveira Junior 1084
02 Departamento de Turismo 3520
03 Museu da Imagem e do Som 1800
04 Austero Penteado 240
05 Maria Luiza Pinto de Moura 801
06 Balam 27
07 Biblioteca Municipal 686
08 César Ribeiro 26
09 Gilberto di Biasi 318
10 Madeira Mamoré – MUCI 26
11 Miguel Vicente Cury 222
12 Guilherme de Almeida 10
13 Projeto Anhumas 4754
14 Fábrica de Fumos Liberdade 16


O atendimento a pesquisa no Setor de Acervo Fotográfico é de terça-feira à sexta-feira, das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 16:30 horas. Às segundas-feiras o Museu é fechado para visitação pública, porém atendemos consulta sobre o acervo pelo telefone (19) 3236-7851. 

2. Música

O acervo de música é denominado “Discoteca Rynaldo Ciasca” e é constituído por cerca de 600 CDs, 900 gravações em fitas de rolo e aproximadamente 20.000 discos, dentre os quais, discos antigos de 78 rotações, LPs de Vinil em 33 1/3 rotações, compactos, discos gigantes, discos curiosos, com vários furos, de diversos materiais, etc. Seus conteúdos se enquadram nos seguintes segmentos:
  • música popular brasileira
  • óperas, árias e canções
  • grandes intérpretes
  • discos infantis
  • cursos de idiomas, propagandas e programas de rádio
  • discos humorísticos
  • música de vários países
  • azz, música instrumental, trilhas de filmes e de novelas
  • documentos sonoros de comunidades indígenas, religiosas, teses
  • música sinfônica e camerística
  • compositores e grupos de Campinas
  • orquestras populares
  • edições especiais de interesse cultural (Tacape, Série Florilegium, Marcus Pereira e outros)
  • catálogos, revistas e fascículos para uso didático e paradidático
A Discoteca Rynaldo Ciasca desenvolve o trabalho de preservação, organização e catalogação de seu acervo para possibilitar futuramente o acesso ao público. 

3. História Oral em Vídeo

O programa de História Oral em Vídeo do MIS Campinas conjuga pesquisa metodológica (o uso e a exploração da linguagem do vídeo como instrumento da história oral) e produção de informações históricas. Os principais eixos investigativos são: a memória das lutas populares, que tem como principais fontes atores sociais que se destacam no espaço público campineiro a partir de lutas pela conquista da cidadania e ampliação de direitos; e a memória cultural da cidade.

4. Registro Histórico Audiovisual

O programa de Registro Histórico Audiovisual é responsável por: 

a) reunir, gerar e preservar os registros históricos em audiovisual (cinema e vídeo) do MIS Campinas;
b) tornar acessíveis os registros audiovisuais para consultas e pesquisas;
c) produzir conhecimento sobre os registros audiovisuais;
d) comunicar este conhecimento por meio das mais diversas linguagens;
e) desenvolver ações educativas e de estímulo à produção audiovisual em Campinas.



O acervo audiovisual do MIS, seja de ficção ou documental, é um importante e singular testemunho da produção cultural campineira e das idas e vindas por que passou a indústria cultural local desde o início do século passado. Ele conta o surgimento e o desenvolvimento cíclico do cinema campineiro, a emergência do movimento cineclubista na cidade e, ao longo das últimas décadas, a disseminação do vídeo como instrumento de registro de diferentes acontecimentos, dentre os diversos grupos sociais.

5. Acervo Tecnológico

O MIS possui um significativo acervo com aproximadamente 400 peças, correspondentes a objetos tecnológicos de imagem e som. Formado através de doações ou obsolescência de seus materiais de uso, tornou-se um acervo histórico de tecnologia. A maioria está na exposição de longa duração, possibilitando o conhecimento da evolução de câmeras e materiais fotográficos, projetores cinematográficos, gramofones, aparelhos de TV, entre outros.

Programa Educativo

Pedagogia da Imagem

O programa Pedagogia da Imagem contempla as atividades educativas do MIS Campinas destinadas a: 

a) discutir e promover a democratização do uso dos meios de comunicação e informação;
b) realizar atividades compreendidas como: “educação para os meios”, “educação para a comunicação” e “alfabetização audiovisual”;
c) incentivar a apropriação das linguagens audiovisuais pelos setores populares;
d) promover a visibilidade, a expressão e a participação de comunidades das periferias por meio do uso do audiovisual;
e) promover a formação e gestão de ecossistemas comunicativos abertos e dialógicos nos diversos espaços educativos públicos e populares;
f) promover investigação e debate científicos sobre o consumo cultural, a recepção midiática e a produção audiovisual de caráter popular, dentre os públicos atendidos.


Veja mais em http://pedagogiadaimagem.sites.uol.com.br. 

Textos de Apoio

O que oferece

Serviços Oferecidos

01 - Projetos

Circuito MIS de Cinema: há mais de 15 anos, o MIS promove, gratuitamente, exibições e debates de filmes. A programação, feita com a participação do público, busca trazer aos espectadores diferentes linguagens e olhares cinematográficos.

Formação de Professores: o curso Pedagogia da Imagem, em parceria com o Centro de Formação do Magistério, busca proporcionar aos educadores participantes subsídios para trabalhar com os alunos questões envolvendo a mídia e seus desdobramentos. Propõe construir, com os professores, o conhecimento necessário para ler e entender as imagens do mundo contemporâneo, despertando sua capacidade de realizar leituras críticas, além de capacitá-los para a produção audiovisual. Ver site: http://pedagogiadaimagem.sites.uol.com.br.

Gestão Comunicativa em Espaços Educativos: orientação para o desenvolvimento de ecossistemas comunicativos em espaços como escolas e centros comunitários e populares, utilizando diversos recursos da comunicação.

Extroversão da Ação Educativa: palestras, exibições e debates de filmes em espaços educativos populares (atendimento a demandas das comunidades).

Produção e Comunicação Científica da Pedagogia da Imagem:participação em seminários regionais e nacionais de educação, divulgando as pesquisas e experiências realizadas no MIS.

Inclusão social: parcerias com instituições que desenvolvem projetos sociais para exibição e debate de filmes dentro das temáticas de seu interesse.


02 - Exposições

São duas as exposições de longa duração: no piso térreo, a exposição “Memorial do Prédio” que traz a trajetória de um dos mais importantes monumentos arquitetônicos da cidade, o Palácio dos Azulejos. No piso superior, a exposição “MIS – um museu brasileiro, um museu campineiro, um museu plural” que apresenta parte do acervo do museu e a história de sua produção cultural.

Exposições temporárias: o museu dispõe de salas para receber projetos expográficos da comunidade. Ver AGENDA.

Itinerantes: diversas exposições, produzidas pelo MIS, podem ser levadas para instituições culturais e educativas da cidade.

Ação educativa: visitas monitoradas para grupos e escolas, de terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 17h, com agendamento prévio, pelo telefone (19) 3236-7851.

03 - Exposições Itinerantes (emprétimo de material)

O Museu da Imagem e do Som de Campinas disponibiliza onze coleções de reproduções fotográficas para realização de exposições itinerantes, em espaços públicos e comunitários. Os empréstimos são gratuitos, por um período de até 30 dias.

Como solicitar
Enviar solicitação por meio de ofício padrão (modelo disponível na Secretaria do MIS), indicar o responsável pela guarda e transporte do material (assinar o termo de responsabilidade) e agendar a retirada e devolução.

Contato
Setor Administrativo do Museu da Imagem e do Som de Campinas.
Fone: (19) 3733-8800.
Horário de atendimento:
de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Clique aqui para ver as coleções.

Agenda

Exposições


Circuito MIS de Cinema

Museu da Imagem e do Som
Programação de Junho/2009

Circuito MIS de Cinema
Todas as sextas e sábados, exibição de filmes em DVD. 
Sexta-feira, às 19h e sábados, às 16h e 19h30 com debate após exibição. 

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
Meio Ambiente e Movimentos Sociais
Curadoria Dante Chiavareto Pezzin e Lívia Figueiredo Corrêa

O mundo segundo a Monsanto 
Dia: 02 / 06 / 09 (terça-feira) - 19h 
Direção: Marie-Monique Robin
Ano: 2007
Sinopse: Documentário da diretora francesa Marie-Monique Robin que tem como foco a empresa em Saint-Louis (Missouri, EUA), que, em mais de um século de existência, foi fabricante do PCB (piraleno), o agente laranja usado como herbicida na guerra do Vietnã, e de hormônios de aumento da produção de leite proibidos na Europa. O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos, que, em 2007, cobriam 100 milhões de hectares, com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto.
109 min

Uma verdade inconveniente
Dia: 03 / 06 / 09 (quarta-feira) - 19h 
Direção: Davis Guggenheim
Ano: 2006 - (EUA)
Sinopse: Neste notável e conhecido documentário, acompanhamos o político norte-americano Al Gore que apresenta uma incrível quantidade de dados e estatísticas com o objetivo de conscientizar e alertar a população mundial em relação ao super-aquecimento global. Mostrando os mitos e equívocos existentes em torno do tema e também possíveis saídas para que o planeta não passe por uma catástrofe climática nas próximas décadas. 
96 min

A história das coisas
Dia: 04 / 06 / 09 (quinta-feira) - 19h 
Direção: Annie Leonard
Ano: 2007
Sinopse: O documentário em animação problematiza desde a extração e produção até a venda, consumo e descarte de todos os produtos e que afetam nossa vida em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos. Revela nos subterrâneos de nossos padrões de consumo. Revelando as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo. 
20 min

Mostra de curtas
Dia: 04 / 06 / 09 (quinta-feira) - 19h 
Sinopse: Exibição de vídeos dos movimentos sociais MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) abordando suas origens e suas relações com a temática do meio-ambiente. 
CICLO CINEMA INGLÊS – ANOS 60
Promoção Cinematographo

Dia: 05 / 06 / 09 (sexta-feira) - 19h 
Direção: Lindsay Anderson
Ano: 1968 – (Reino Unido)
Elenco: Malcolm McDowell, Richard Warwick, Christine Nooman.
Sinopse: Numa escola no Reino Unido, os alunos são ensinados a conformarem-se aos seus superiores e a nunca desafiarem a autoridade da direção ou dos estudantes mais velhos que controlam os alunos. Não é apenas uma afirmação contra a moral hipócrita vigente ou a autoridade senil, mas é também uma reflexão sobre as transformações que ocorreram nos anos sessenta. Lançado no ano simbólico de 1968, o filme acabaria por ter um profundo impacto numa geração de espectadores e na própria história do cinema britânico que se afasta então dos modelos clássicos a favor de uma nova abordagem de denúncia e reveladora da sociedade moderna. Filmado apenas alguns meses antes dos conflitos estudantis que explodiram em maio de 1968, em Paris, If tornou-se um filme emblemático do período e um símbolo de contestação que ainda não perdeu seu impacto, com um dos finais mais bombásticos e polêmicos da história do cinema. Clássico que levou a Palma de Ouro em Cannes em 1969.
111 min 

A solidão do corredor de longa distância 
Dia: 06 / 06 / 09 (sábado) - 16h 
Direção: Tony Richardson
Ano: 1962 - (Reino Unido)
Elenco: Tom Courtenay, Michael Redgrave, James Bolam, Avis Bunnage, Alec McCowen.        
Sinopse: Tom Courtenay é um jovem operário que vive em um subúrbio de Nottingham. Depois de roubar em um mercado é enviado para o reformatório, onde recordará situações passadas. Sua habilidade como corredor a distância será aproveitada pelo diretor do reformatório para tentar derrotar um importante colégio privado. Um evidente combate contra o sistema estabelecido, uma rebeldia contra um presente e um futuro determinado e um inconformismo contra uma injusta sociedade. 
104 min

CICLO CLÁSSICOS DO CINEMA
Realização Coletivo de Comunicadores(as) Populares

Um homem com uma câmera
Dia: 06 / 06 / 09 (sábado) - 19h30 
Direção: Dziga Vertov
Ano: 1929 – (URSS)    
Sinopse: Grande marco do cinema soviético do período Lenin. Um homem com uma câmera é o mais puro exemplo da ruptura total do cinema com a literatura e a dramaturgia, uma autêntica iniciação aos segredos da linguagem cinematográfica. Dziga Vertov criou o Kino-Pravda (Cine-Verdade) e o Kino-Glaz (Cine-Olho), novos conceitos para captação da realidade. As imagens são deslumbrantes e de grande impacto visual. Sem dúvida um dos filmes mais importantes de todos os tempos.
68 min – P&B


PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
XIV Semana Cultural Portuguesa – Festival de Cinema Português
Promoção Casa de Portugal de Campinas

A menina da rádio
Dia: 08 / 06 / 09 (segunda-feira) - 19h30        
Direção: Arthur Duarte
Ano: 1944    
Elenco: Antônio Silva, Maria Matos, Maria Eugênia.
Sinopse: Uma "típica comédia portuguesa", na qual é introduzido um elemento novo: a rádio, meio em grande expansão nessa altura em Portugal. Os donos de dois pequenos comércios (Cipriano e Rosa) odeiam-se, mas os seus filhos (Geninha e Oscar) amam-se. Cipriano decide fundar um Clube de Rádio onde Geninha interpreta as canções de Oscar, apesar da oposição impetuosa de Rosa. As coisas vão-se complicando antes do final feliz.
110 min - P&B

Um filme falado
Dia: 09 / 06 / 09 (terça-feira) - 19h        
Direção: Manoel de Oliveira
Ano: 2003    
Elenco: Leonor Silveira, John Malkovich, Catherine Deneuve, Irene Papas.
Sinopse: Um filme falado por ser falado em várias línguas. Porque cada uma dessas línguas representa um contributo dado para a evolução da civilização ocidental desde os seus primórdios, o que é, afinal, um modo sub-reptício de tocar o fundamental deste filme falado. Isto ao longo de uma viagem num navio de recreio, em que uma professora de história vai pelo Mediterrâneo com a sua filha, uma menina, ao encontro do seu marido, aviador civil, para fazerem férias, no outro lado do mundo - Bombaim.
95 min 

A canção de Lisboa
Dia: 10 / 06 / 09 (quarta-feira) - 19h        
Direção: Cottinelli Telmo
Ano: 1933    
Elenco: Beatriz Costa, Vasco Santana, Antônio Silva, Manoel Oliveira.
Sinopse: A Canção de Lisboa é o primeiro filme sonoro português, que inaugura o seu principal gênero cinematográfico: a comédia portuguesa. Foi um filme que, na época, obteve grande sucesso e êxito do público, não apenas em Portugal, mas também nos então territórios de Ultramar e Brasil. Esse êxito deveu-se em parte ao caráter tipicamente português dos personagens e das situações que permitiam a total identificação dos espectadores com o filme. E em parte à introdução de canções que rapidamente se tornaram populares, não só neste filme mas em todos os outros do gênero. Por isso, estas comédias são clássicos do cinema português, onde nunca se deixaram de ver e rever até aos dias de hoje. A Canção de Lisboa não é apenas pioneiro deste gênero cinematográfico como também um dos melhores. A Canção de Lisboa é um clássico e ao mesmo tempo um filme único que ficará para sempre como marco e testemunho da evolução cinematográfica portuguesa.
95 min - P&B

Fado, história de uma cantadeira
Dia: 11 / 06 / 09 (quinta-feira) - 19h        
Direção: Perdigão Queiroga
Ano: 1947    
Elenco: Amália Rodrigues, Virgílio Ferreira, Raul de Carvalho, Antônio Silva.
Sinopse: Um belíssimo melodrama com a grande musa do fado, Amália Rodrigues. Fado, história de uma cantadeira conta o percurso de uma fadista da classe operária e cujo namorado, um carpinteiro, é guitarrista. Ela torna-se famosa, rica e sai do seu bairro. Quando ele se prepara para emigrar para África, ela regressa e reconciliam-se. O enredo sentimental, a excelente montagem e os fados cantados por Amália fizeram deste filme um dos maiores sucessos de bilheteira de todos os tempos.
108 min - P&B

CICLO CINEMA E FILOSOFIA – O CINEMA DE AKIRA KUROSAWA
Promoção Curso Livre de Filosofia e Literatura CORUJÃO

Rapsódia em agosto
Dia: 12 / 06 / 09 (sexta-feira) - 19h 
Ano: 1991 - (Japão)
Elenco: Sachiko Murase, Hisashi Igawa, Narumi Kayashima, Kiyoko Murata.        
Sinopse: Enquanto seus pais vão visitar um parente doente no Havaí, quatro adolescentes japoneses ficam na casa de sua avó, em Nagasaki. A velha senhora ainda sofre com a perda do marido, quando a bomba atômica explodiu no local e a deixou viúva, assim como milhares de outras pessoas. Clark é um americano que, ao tomar conhecimento da perda, decide visitar a família e pedir desculpas pelo ocorrido, deixando frente a frente duas gerações diferentes sobre temas como o perdão e o arrependimento.
98 min

Madadayo
Dia: 13 / 06 / 09 (sábado) - 16h 
Ano: 1993 - (Japão)
Elenco: Tatsuo Matsumura, Kyoko Kagawa, Hisashi Igawa.
Sinopse: O filme é baseado na história real do professor Uchida Hyakken, que se aposentou depois de 30 anos lecionando literatura alemã. Com grande carisma e humor peculiar, conquistou o respeito e a amizade de seus alunos na forma de comemoração: todos os anos, no dia de seu aniversário, era comemorado o Madadayo, quando os alunos perguntam "Mada kai?" (Pronto?), e ele depois de uma imensa taça de cerveja respondia "Mada dayo!" (Ainda não!) significando que seus alunos teriam que "agüentá-lo" por mais um ano.
134 min

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
Corpos Mutilados 
Curadoria Raphael Roosewelt Grion, Bruno Baptistelli, Mariana

Crime delicado 
Dia: 15 / 06 / 09 (segunda-feira) - 19h 
Direção: Beto Brant
Ano: 2005 - (Brasil)
Elenco: Felipe Ehrenberg, Marco Ricca, Matheus Nachtergaele. Lilian Taublib.
Sinopse: Antônio Martins é um crítico teatral. Observador não somente de peças, mas também de pessoas, tem seus conceitos mudados quando conhece  Inês , cuja personalidade é oposta à do crítico. Desinibida, Inês, que não tem uma perna, entra na vida de Antônio de forma a desestruturá-lo ao despertar uma paixão inédita no cínico e frio jornalista. Ela mantém uma relação ambígua com o pintor José Torres Campana, famoso por seus quadros eróticos que têm como modelo o próprio artista e a jovem. A relação desperta ciúmes doentio em Antônio e o conduz em uma espiral de ansiedade, ciúmes, perturbação e ilusão.
87 min

Blade Runner
Dia: 16 / 06 / 09 (terça-feira) - 19h
Direção: Ridley Scott
Ano: 1982 - (EUA)
Elenco: Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward James Olmos Brion James.
Sinopse: No início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte. A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner é encarregado de caçá-los.
118 min

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL
Ciclo Diversidade Sexual
Curadoria César Póvero e Adriano de Jesus

Café da manhã em Plutão
Dia: 17 / 06 / 09 (quarta-feira) - 19h 
Direção: Neil Jordan
Ano: 2005 - (Inglaterra/Irlanda)
Elenco: Cillian Murphy, Liam Neeson, Stephen Rea, Brendan Gleeson. Ruth McCabe. 
Sinopse: Patrick "Pussy" Braden é travesti numa pequena cidade da Irlanda. Filho de um relacionamento entre uma doméstica e o padre local, depois de abandonado pela mãe Patrick foi criado por Ma Braden que não suporta seu jeito afeminado. Juntamente com seus amigos Charlie, Irwin e Laurence, Patrick decide sair de casa e partir em busca de sua mãe verdadeira.
 135 min 

C.R.A.Z.Y
Dia: 18 / 06 / 09 (quinta-feira) - 19h 
Direção: Jean-Marc Vallée
Ano: 2005 - (Canadá)
Elenco: Michel Côté, Émile Vallée, Marc-André Grondin, Maxime Tremblay.
Sinopse: No dia 25 de dezembro de 1960, Zachary Beaulieu vem ao mundo. É o 4º entre cinco irmãos, todos meninos. A infância de Zachary é marcada pelos aniversários natalinos em que seu pai, invariavelmente, encerra a festa imitando Charles Aznavour. Sua adolescência traz a descoberta de uma sexualidade diferente e sua negação profunda para não decepcionar a família. E a maturidade, enfim, chega com uma libertadora viagem mística por Jerusalém, a cidade que sua mãe sempre sonhou conhecer.
127 min

Tabu
Dia: 19 / 06 / 09 (sexta-feira) - 19h 
Direção: Nagisa Oshima
Ano: 2000 - (Japão)
Elenco: Takeshi Kitano, Ryuhei Matsuda, Shinji Takeda, Tadanobu Asano.        
Sinopse: Sozaburo, um jovem de dezoito anos, torna-se um dos membros de uma tropa de samurais especialmente selecionados pelo Shogun, conhecidos como Shinsengumi. Os guerreiros, extremamente hábeis no uso de espadas, são treinados para matar quem se opuser ao regime do Shogun. Sozaburo se envolve numa relação homossexual com alguns dos guerreiros do grupo. Ele se considera culpado pelo crime envolvendo dois guerreiros que se apaixonaram por ele.
101 min

Plata Quemada
Dia: 20 / 06 / 09 (sábado) - 16h 
Direção: Marcelo Piñeyro
Ano: 2000 - (Argentina)
Elenco:     Leonardo Sbaraglia, Eduardo Noriega , Ricardo Bartis Héctor Alterio.    
Sinopse: Filme baseado na história real e violenta de dois ladrões de bancos homossexuais que existiam na Argentina em 1965. Angel e Nene são dois matadores inseparáveis conhecidos no meio como "os gêmeos". Até que Fontana lhes propõe um novo golpe: assaltar o caminhão que transporta os pagamentos da cidade de San Fernando, que transporta 7 milhões. Tanto Angel quanto Nene aceitam a proposta, para fugir do tédio e superar a crise que existe entre eles naquele momento. Porém, o que parecia ser um trabalho fácil acaba se tornando um verdadeiro massacre. Ganhou o prêmio Goya de Melhor Filme Estrangeiro de Língua Espanhola.
125 min

Dia: 20 / 06 / 09 (sábado) - 19h30 

Debate - A diversidade sexual na teledramaturgia de Rede Globo
Palestrante Luis César Póvero - Graduado em Rádio, TV e Multimídia pelo Grupo Universitário Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa.
O encontro é importante para que se tenha idéia da grande dimensão que existe neste universo, quanto a sexualidades e suas diversas variações, desde os primórdios da emissora em foco até os dias de hoje. Há uma infinidade destas personagens nesta galeria possivelmente esquecida e que muitos não conhecem. Através de épocas, ditaduras, censuras internas e externas será possível se rever e relembrar estas sexualidades. Usar da sensibilidade para se entender e avaliar a realidade ou irrealidade destas personagens no dia-a-dia, ressaltando que não existe opção sexual e sim orientação. As definições a serem discutidas e ilustradas não são para rotular e sim para se esclarecer o mundo da diversidade sexual.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL 
Tributo a Raul Seixas
Promoção Fanzine MOSH

Dia: 26 / 06 / 09 (sexta-feira) - 19h 
Dia: 27 / 06 / 09 (sábado) - 16h 
Imagens inéditas: documentários, entrevistas, videoclipes, shows do imortal “maluco beleza”. Uma excelente oportunidade de encontro de várias gerações para ver e ouvir a vida e a obra de Raul Seixas.
100 min

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL 
Ciclo Rock n’ Cinema
Curadoria Gabriel Zanardelli Vince Esgalha

The Rocky Horror Picture Show
Dia: 27 / 06 / 09 (sábado) - 19h30 
Direção: Jim Sharman
Ano: 1975 (Inglaterra)
Elenco:    Tim Curry, Susan Sarandon, Barry Bostwick, Richard O'Brien.    
Sinopse: Um casal de noivos se vê obrigado, em virtude de um problema com o carro, a irem a um estranho castelo pedirem auxílio, sem saberem que ele é habitado por alienígenas do planeta Transexual e que o anfitrião é um bissexual, que exatamente naquela noite vai ver uma criatura criada por ele apenas para lhe dar prazer.
100 min

Programação sujeita a alteração
Entrada Franca (40 lugares)
Apoio 100% Vídeo

Oficinas / Cursos / Seminários

PEDAGOGIA DA IMAGEM

Formação Continuada de Educadores em linguagens dos meios de comunicação
Público-alvo: Professores dos ciclos fundamental e médio e do ensino infantil das redes públicas de Campinas, educadores populares e multiplicadores, interessados em desenvolver trabalhos pedagógicos utilizando as linguagens da fotografia, do vídeo e do cinema com a participação ativa de seus educandos.
Todas as quintas-feiras, das 14h às 16h.
30 encontros, de 02 de abril a 26 de novembro, com férias em julho.
Informações: pedagogiadaimagem@campinas.sp.gov.br

ESCOLA LIVRE DE FILOSOFIA E LITERATURA – O CORUJÃO
Todas as terças-feiras, até dezembro, das 19h às 22h.
Informações: 2121-4587 ou 8204-8895

CURSO DE HISTÓRIA DE CINEMA
Realização: Bell Machado
Através da análise dos filmes exibidos durante os encontros, o curso se propõe a pensar a constituição do cinema como linguagem.
Tópicos:
O nascimento e os primórdios do cinema
Contexto histórico: a influência sócio-política-econômica
Os processos de formação e transformação das narrativas                                                                                            cinematográficas
Estrutura fílmica: roteiro, direção, produção.
As principais escolas de vanguarda
Principais vertentes contemporâneas latino americanas, asiáticas e européias.
Turmas: 3ªs feiras, das 19:00 às 22:00h.
        Sábados, das 10:00 às 13:00h.
        2ªs feiras, das 14:00 às 17:00h
Mensalidade: R$ 100,00
Aberto a todos os interessados.
Informações e inscrições no MIS – 3733-8800
e-mail: multibell@gmail.com
              mis@campinas.sp.gov.br

Exposições

Exposição A arte do Azulejo em Portugal - Acervo Museu Nacional do Azulejo de Lisboa
Abertura: 08 de junho, segunda-feira, às 19h.
Visitação: 09 de junho a 04 de julho, de terça à sexta-feira, das 10h às 18h.
São 21 pôsteres com imagens e textos informativos. Eles contam sobre o desenvolvimento da arte da azulejaria desde o século XV até hoje.
Esta exposição faz parte da programação da XIV Semana Cultural Portuguesa, realizada pela Casa de Portugal de Campinas.

Exposição fotográfica Narrativas Imagéticas
Visitação: 24 de junho a 04 de julho, de terça à sexta-feira, das 10h às 18h.
Imagens produzidas pelos alunos da disciplina "A mensagem fotográfica: problematização e realização", ministrada pelo Prof. Dr. Roberto Berton de Ângelo, do Programa de Pós-Graduação em Multimeios, do Instituto de Artes, Unicamp.

OBS.: EXCETO O CURSO DE HISTÓRIA DO CINEMA, AS DEMAIS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS.
Programação sujeita a alterações
Entrada Franca (40 lugares)
Apoio 100% Vídeo

Oficinas, Cursos e Outras Atividades


Curso de História do Cinema 2009

Realização: Bell Machado

Apoio Institucional: Prefeitura Municipal de Campinas

Através da análise dos filmes exibidos durante os encontros, o curso se propõe a pensar a constituição do cinema como linguagem.

Tópicos:

•    O nascimento e os primórdios do cinema
•    Contexto histórico: a influência sócio-política-econômica
•   Os processos de formação e transformação das narrativas cinematográficas
•    Estrutura fílmica: roteiro, direção, produção
•    As principais escolas de vanguarda
•    Principais vertentes contemporâneas latinoamericanas, asiáticas e européias.

ABERTO A TODOS OS INTERESSADOS

Turmas: 3ªs feiras, das 19:00 às 22:00h.
                Sábados, das 10:00 às 13:00h.
                2ªs ou 4ªs, das 14:00 às 17:00h.

Mensalidade: R$ 100,00

LOCAL: 
MIS-Museu da Imagem e do Som de Campinas
Palácio dos Azulejos
R. Regente Feijó nº 859 Centro - Campinas

INFORMAÇÕES e INSCRIÇÕES NO LOCAL ou
MIS: 37338800 
E-mail: multibell@gmail.com ou mis@campinas.sp.gov.br

Horário e Localização

01 – Atendimento administrativo

De segunda-feira à sexta-feira das 09 às 12 h e das 14 às 17 h.

02 – Visitação pública. Entrada gratuita.

De terça-feira à sexta-feira das 10 às 18h.

03 – Sessões de cinema. Entrada gratuita. 

Sexta-feira às 19 h.
Sábado às 16 h. Ver “Agenda”.

04 – Pesquisa no Acervo Fotográfico

De terça-feira à sexta feira das 9:30 às 12 h e das 13:30 às 16:30 h.

05 – Visitação para grupos com monitoria

Agendar com antecedência por telefone.

06 – Projeto Pedagogia da Imagem

Quartas-feiras das 9 às 11h.



Localização:

MIS Campinas – Palácio dos Azulejos - Rua Regente Feijó, 859, Centro
Campinas – São Paulo – CEP 13.013-150
Informações gerais e contatos: telefone (19)3733-8800
e-mail: miscampinas@gmail.com e misprogramacao@ig.com.br

Links

Ministério da Cultura
http://www.cultura.gov.br

IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
http://www.portal.iphan.gov.br

Cinemateca Brasileira
http://www.cinemateca.com.br

POPCINE- Circuito Popular de Cinema
http://www.popcine.org.br

Associação Brasileira de Museologia
http://www.museologia.org.br

Museu da Pessoa
http://www.museudapessoa.net

Overmundo
http://www.overmundo.com.br

ICOM – Conselho Internacional de Museus
http://www.icom.org.br

Museu de Imagem e do Som de São Paulo
http://www.mis.sp.gov.br

Instituto Moreira Salles
http://ims.uol.com.br/ms

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Museu da Cidade

“É interessante observar que sendo representação, a memória não é a marca deixada pelo tempo. O bem cultural, por esta ótica é um sinal, uma marca, uma cicatriz ou uma chaga projetada no tempo. A memória não se encontra depositada sobre os bens culturais (objetos) e
naturais, encontra-se na relação que com eles se pode manter”. 
(Mário Chagas)

Inaugurado em 3 de abril de 1992, o Museu da Cidade (MuCi) foi gestado para ser um Centro de Referência, com vocação para pesquisa e preservação da memória de Campinas, enfocando tanto o patrimônio material, tal como imaterial, ou seja, festas, danças, cantos, comemorações, entre outras manifestações culturais.

Sua criação se deu através da junção dos três museus existentes, até então: Museu do Índio, do Folclore e Histórico. O objetivo de integrar os acervos desses três Museus, trazia uma preocupação em considerar a diversidade cultural e suas produções, materiais ou não, com a mesma importância, por exemplo, não separando o folclórico do histórico.

Por isso, podemos dizer que o MuCi é permeado por uma pluralidade, e esta marca está exposta no que hoje compreende seu acervo material: mobiliários do poder público municipal, carrinhos de pipoca; utensílios domésticos, cestarias indígenas, plumarias xavantes, objetos musicais, troféus carnavalescos, maquinas registradoras, prelo, fragmentos dos prédios demolidos do Teatro Municipal Carlos Gomes e da igreja do Rosário, telas e quadros, tal como a coleção de aquarelas de José de Castro Mendes, entre outras peças.

Histórico

O MUSEU DA CIDADE foi criado, em 1992, a partir da fusão do acervo de três museus existentes no Bosque dos Jequitibás: Museu Histórico, Museu do Folclore e Museu do Índio. Seu objetivo é a preservação e discussão da memória e da história da cidade e de seus diversos agentes sociais, resgatando as camadas populares como agentes da história. Isto porque na antiga concepção, os objetos históricos eram os objetos pertencentes às elites, enquanto os objetos das camadas populares pertenciam ao folclore e ou ao indígena. 

Partindo dessa história de composição do acervo, é perceptível que o acervo material do atual Museu da Cidade é vasto e eclético, organizando-se em coleções de arqueologia, arte plumária e cestaria, objetos e quadros que datam do século XIX e doações recente. As coleções de arqueologia, de arte plumária e cestaria são compostas por objetos recolhidos em Sambaquis e expedições a comunidades indígenas do Centro - Oeste e Norte brasileiro realizadas pelo professor Desidério Aytai e os alunos do curso de Ciências Sociais da PUCCAMP no final da década de 1950 e durante a década de 1960. Além destas, existem coleções que relacionam - se com antigas instituições da cidade como Bloco Carnavalesco Azul e Branco, Escola Estadual Culto à Ciência entre outras. 

No momento atual, a equipe técnica do Museu da Cidade tem trabalhado para inventariar e catalogar as peças do acervo, assim como criar condições adequadas para acondicionamento e armazenamento das peças, o que se traduz também na construção de uma reserva técnica climatizada e aquisição de materiais necessários à embalagem das mesmas. 

Acervo

Acervo do Museu da Cidade

O Acervo do Museu da Cidade é composto por aproximadamente 6000 peças. Estas peças estão dividas em coleções de arqueologia, arte plumária, numismática e filatelia entre outras. Além disso, o Museu possui biblioteca e arquivo sobre história da cidade de Campinas e museologia. 

O acervo arqueológico e de arte plumária começou a se formar sob a direção do Professor Desidério Aytai e reúne peças coletadas em suas expedições com os alunos a sambaquis e aldeias indígenas. As coleções de numismática e filatelia são formadas por doações ocorridas ao longo do século XX e compostas por moedas e selos de diversos países e períodos. Ainda há objetos e imagens da antiga Campinas que permitem reativar a memória sobre os tempos passados de nossa cidade. Esses objetos foram doados por moradores bem como por historiadores / memorialistas da cidade, entre eles: Jolumá Brito, Albino J. de Oliveira , Teodoro de Sousa Campos, José de Castro Mendes entre outros.

A Biblioteca e Arquivo estão abertas ao público para pesquisa no local mediante agendamento prévio.

Programa Educativo

As ações educativas do Museu têm se preocupado em sensibilizar o público (estudantes ou não), para percepção deste espaço cultural como um lugar de produção do conhecimento e encontro com outras formas de pensar a cidade, através do encontro de gerações, de gênero, de etnias, enfim, culturas diversas podem se (re) conhecer neste espaço.

Especialmente a perspectiva de educação patrimonial, realizada através da caminhada histórica, pretende alterar a relação dos espaços cotidianos que são apenas espaços de trânsito, com relação apenas de uso (seja para trabalho, para comércio, para atividades fins) e sensibilizar para o valor simbólico embutido nas construções, edifícios, praças, monumentos, ruas e personalidades que nomeiam estes lugares. O reconhecimento dessas memórias oportuniza um esgarçamento do tempo presente, pois o “presentivismo” impede um olhar sensível, reflexivo e identificador de si e do outro.

A possibilidade de ampliar a apropriação dos espaços cotidianos do centro pode promover, além de um reconhecimento histórico e identitário, o respeito e o sentido de preservação patrimonial, pois só se preserva aquilo que se conhece.

Após uma década de existência, o Museu da Cidade ainda está gestando sua própria identidade, como todos processos culturais, isto é algo que demando um ritmo vagaroso, o tempo desta gestação está condicionado ao seu parceiro: o público. Ainda há muito o que fazer para esta instituição estar de fato atrelada às relações com a cidade, através da sua memória e sua contemporaneidade, este é o desafio posto na reflexão de seus dez anos.

Textos de Apoio

Nos links abaixo você tem acesso aos textos de apoio:

Acervo Bibliográfico


Acervo Fotográfico

Entre a memória e a história

História de Campinas Parte 1

História de Campinas Parte 2

História de Campinas Parte 3

História de Campinas Parte 4

Representações da Cidade

O que oferece

  • exposições semestrais;
  • exposições mensais, tematizando o acervo e as relações contemporâneas da cidade;
  • exposições itinerantes (acervo);
  • caminhada histórica e city tour;
  • encontros com a cidade (ciclo de palestras e debates);
  • publicações;
  • oficinas;

Agenda


“O Museu da Cidade se mostra”

Esta exposição tem o objetivo de mostrar a população campineira um pouco da história do Museu da Cidade e da diversidade e pluralidade  da composição de seu acervo.
 
Estão aqui expostas várias peças integrantes das coleções existentes, objetos e documentos que retratam vários aspectos da história da cidade de Campinas e do Brasil. As cores do Carnaval e da cultura indígena, os objetos de uso cotidiano na cidade e nas fazendas cafeeiras. O trabalho escravo, imigrante e industrial que transformou a cidade pequena de antes na metrópole atual.
 
Recortes da própria história do Museu da Cidade também estão aqui retratados. Exposições que ocorreram nestas quase duas décadas de existência desse espaço e que tiveram temas variados, mas sempre como objeto principal aspectos da história do município de Campinas.
 
Por fim, resolvemos apresentar um pouco do trabalho técnico, da conservação e pesquisa e também de serviço educativo que fazem parte do dia a dia dos funcionários de um museu e que na maioria das vezes passam despercebidos pelo público visitante.
 

Período: 19/11 a 20/02/2010
 

Museu da Cidade

Avenida Andrade Neves, 33 – Centro – Campinas/SP.
Funcionamento: de terça-feira a sexta-feira, das 9:00 as 17:00
Aos sábados, das 9:00 as 15:30
 
Agendamento: (19) 3231 3387



E-mail
museudacidade@campinas.sp.gov.br

Links

Centro de Memória da Unicamp
www.centrodememoria.unicamp.br

Revista Museu
www.revistamuseu.com.br

Centro de Ciências, Letras e Artes
www.ccla.org.br

Centro de Preservação Cultural da USP
www.usp.br/cpc/v1

 

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Museu do Café

O LAGO DO CAFÉ ENCONTRA-SE INTERDITADO PARA VISITAÇÃO PÚBLICA.

A implantação do Museu se deu em 1996 e procura desempenhar sua função social de contribuir para a compreensão da sociedade onde está inserido, com a educação, permitir a comunicação do que é preservado e atuar fora do território de sua sede.

É possível trabalhar com o poder da memória, colocando-o a serviço do desenvolvimento social, utilizando o museu como instrumento de intervenção social. 

Desta maneira, o Museu do Café passou a trabalhar diversos aspectos da história da economia cafeeira, fazendo um recorte nas relações de trabalho, abordando problemas sociais e aspectos culturais de uma coletividade, bem como procurando entender as expectativas de diferentes segmentos da sociedade, dentro de um universo que envolve personagens anônimos, heróis fabricados, histórias consideradas importantes oficialmente, excluídos da história (social e culturalmente falando), o erudito e o popular, enfim, compreender o que somos, quem somos. 

Histórico

O prédio no qual está instalado o Museu do Café possui um inestimável valor histórico, pois trata-se de uma cópia não fiel, construída em 1972, da antiga casa sede da Fazenda Taquaral, durante a existência do Instituto Brasileiro do Café. Em 1991, durante o governo Collor de Melo, o IBC é extinto e a área cedida ao município de Campinas, com a celebração de um Contrato de Comodato, entre a União e o Município, para que o Município passasse a administrar a área, que até então pertencia ao Ministério da Agricultura, e onde anteriormente existiu a antiga Fazenda Taquaral.

A Fazenda Taquaral teve como seu primeiro proprietário Barreto Leme, que foi o fundador do Município de Campinas. No início, produzia apenas agricultura de subsistência e cana de açúcar para a produção de aguardente, pois Barreto Leme não possuía maquinário suficiente. Em seguida a fazenda passa a pertencer a Francisco de Paula Bueno, aí sim contando com um engenho instalado e produzindo cerca de 2000 arrobas de açúcar anualmente. O cultivo do café se inicia ainda durante o auge da produção açucareira no estado e vai aos poucos tomando seu lugar.

No início do séc XX a fazenda aparece dividida em várias propriedades, algumas maiores outras menores; algumas contando com camaradagem, outras apenas com colonos, outras com trabalhadores assalariados.

Em 1961 as terras da fazenda foram confiscadas pela união, passando a pertencer ao Instituto Brasileiro de Café, como campo experimental. A instalação do Museu do Café selou o acordo de comodato que transferia o lago do Café para a municipalidade, cujo primeiro acordo celebrava um comodato de 99 anos, prorrogável por mais 99 anos. Anos depois a transferência foi homologada como definitiva.

Em 2002, o Campinas Décor Promoção de Eventos, realizou sua mostra anual nas dependências do Museu do Café e em contrapartida entregou a todos os espaços recuperados, incluindo-se parte elétrica, hidráulica e cobertura de telhados que seriam totalmente refeitas. Com a celebração deste acordo foi possível restabelecer a dignidade que aquele local de memória merecia. 

Em setembro de 2003, o Museu do Café foi reaberto ao público.

Programa Educativo

::Educação

A equipe de educação do Museu do Café conta com profissionais de diferentes áreas de conhecimento e está capacitada para atender diferentes públicos, com idades e formações diversas adequando o conteúdo aos níveis variados de compreensão. É responsável pela mediação entre público e as exposições, através de visitas orientadas, oficinas, encontros e seminários.

Visitas monitoradas com agendamento prévio:

  • cursos;
  • oficinas;
  • seminários.

Textos de Apoio

O que oferece

PROGRAMAÇÃO


::Exposições

Longa Duração: 

"A cafeicultura em Campinas: O trabalho escravo e o trabalho imigrante”

A exposição “Cafeicultura em Campinas: trabalho escravo e trabalho imigrante”, organizada pelo Museu do Café, tem como objetivo resgatar a história de um dos aspectos mais importantes da economia cafeeira: o trabalho.

Para isso foi reunido um amplo material relativo ao universo dos escravos e imigrantes que trabalharam na lavoura, nos espaços doméstico e urbano. O acervo organizado compreende objetos e documentos históricos que apresentam o mundo daqueles que realmente produziram com seu trabalho a riqueza da região de Campinas.

Gabinete Temático do Prefeito Municipal de Campinas

O Gabinete foi montado seguindo a temática de onde está localizado, o Museu no Lago do Café, espaço este que demonstra um dos momentos marcantes do Município de Campinas, o período cafeeiro, onde a cidade passa por grandes transformações, do mundo rural para o mundo urbano. O binômio café e ferrovia é difícil de desassociar-se, pois um conjunto está ligado diretamente a evolução do outro.


::Eventos

  • Lançamento de livros
  • Teatro
  • Saraus

::Museologia

A área de Museologia do Museu do Café, tem como objetivo preservar o acervo do museu e dos acervos de exposições visitantes, trabalhando atividades de salvaguarda e comunicação.

A salvaguarda procura manter a integridade física e o conhecimento sobre as obras, tais como: conservação preventiva, restauro, documentação e catalogação.

A comunicação promove o encontro entre o público e o acervo do museu, auxiliando nas atividades educativas e produzindo exposições.


::Pesquisa

A pesquisa deve auxiliar na catalogação das peças do Museu, levantando dados sobre sua origem e procedência. Fornecer subsídios para desenvolvimento de projetos de curadoria, expografia e ação educativa com base na exposição.


::Acervo

O conjunto de objetos de seu acervo é composto por:

  • documentos históricos;
  • recursos iconográficos de vários arquivos da cidade;
  • mobiliário do casarão da fazenda taquaral.

Agenda

O LAGO DO CAFÉ ENCONTRA-SE INTERDITADO PARA VISITAÇÃO PÚBLICA.

Exposições:

Cafeicultura em Campinas: o trabalho escravo e o trabalho imigrante.

Gabinete Temático

Horário e Localização

Museu do Café

ENDEREÇO
Av. Heitor Penteado, 2145 – Taquaral


HORÁRIO

De Terça à Sexta, das 10:00 às 17:00h
Aos Sábados, Domingos e Feriados, das 13:00 às 17:00h
agendamento: De Segunda a Sexta, das 9:00 às 16:00h, pelo telefone (19) 32961104


INFORMAÇÕES

TELEFONE: (19) 32961104
E-mail: museudocafe@campinas.sp.gov.br

Links

Sugestão de links:


Arquivo Público do Estado de São Paulo
www.arquivoestado.sp.gov.br

Arquivo Nacional
www.arquivonacional.gov.br

Biblioteca Mário de Andrade
www.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/cultura

Centro de Memória da Unicamp
www.cmu.unicamp.br

Memorial do Imigrante
www.memorialdoimigrante.sp.gov.br

Museu Paulista
www.mp.usp.br

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Museu de História Natural

O MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL situa-se no Bosque dos Jequitibás, área tombada pelo CONDEPHAAT (1970) e pelo CONDEPACC (1991), com resquícios de Mata Atlântica. É formado por um complexo constituído pelos seguintes espaços: Museu de História Natural, Aquário Municipal de Campinas, Casa dos Animais Interessantes e Centro de Educação Ambiental.

Recebendo anualmente cerca de 100 mil pessoas, o Museu de História Natural tem por objetivo difundir conhecimentos sobre a fauna e a flora e promover a sua conservação, bem como desenvolver programas de Educação Ambiental.

Atualmente, o Museu possui um acervo de mais de 2000 peças, incluindo mamíferos, aves, répteis, peixes, insetos e invertebrados. 

As exposições de longa duração são: Extinção, Botânica, Peixes, Animais Venenosos, Defesa, Predação, Reino Animal, Dentição-Adaptação e Aves-Diversidade e dioramas dos ecossistemas: Pantanal Mato-grossense, Cerrado, Floresta Amazônica, Mata Atlântica e Litoral Paulista.

Histórico

O MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL foi criado em 1938, pelo prefeito João Alves dos Santos, tendo como idealizador o taxidermista Max Wünsche que, além de constituir um acervo representativo da fauna brasileira, montou um setor de taxidermia, para conservação e ampliação do acervo. O Museu foi aberto à visitação pública em 1939.

Outro grande colaborador foi o Sr. Mário Lotufo, taxidermista que criou nichos com cenas representativas do habitat desses animais na vida selvagem.

Em 1987, o Museu de História Natural passou por uma grande reformulação, com o apoio técnico do Departamento de Zoologia da Unicamp, a fim de modernizar a expografia do espaço.

O que oferece

CURSO DE ECOLOGIA DE FÉRIAS: Possibilita vivenciar temas relacionados com a questão ambiental e sua preservação. Realizado no período de férias de janeiro e julho, para crianças de 7 a 14 anos, com vagas limitadas. São desenvolvidas atividades de observação, gincana, lúdicas e artísticas.

CURSOS, TREINAMENTOS E OFICINAS PARA PROFESSORES: Destinados a professores da rede escolar, com o objetivo de passar informações sobre fauna e flora e conservação ambiental. Elaboração de material didático relacionado à biologia e conservação.

ATIVIDADES PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA: Programa diferenciado para grupos portadores de diferentes deficiências, aflorando as curiosidades sobre animais e plantas de uma maneira prática e adequada.

EMPRÉSTIMO DE MATERIAL: Animais taxidermizados (empalhados) e fixados a seco ou em álcool, requeridos pelas escolas para auxílio em aula, bem como exposições e feiras de ciências.

SEMEIA: Participação na Semeia - Semana do Meio Ambiente da Prefeitura de Campinas, através de exposições abordando o tema da semana, com monitoria e palestras.

ENCONTROS E PALESTRAS: Destinados a universitários, públicos específicos e geral, abordando temas de conservação ambiental e afins, com palestras de profissionais da área. Veja no link "Agenda" destaques da programação. 

Aquário e Casa dos Animais Interessantes

O Aquário Municipal de Campinas foi criado em 1992. É o único no Brasil a apresentar de forma didática a Evolução do Reino Animal, mostrando os principais filos do reino animal, desde os invertebrados marinhos - como: poríferos, celenterados, anelídeos, moluscos, crustáceos, aracnídeos, equinodermos - até os vertebrados, como: peixes cartilaginosos, peixes ósseos, anfíbios e répteis. 

A Casa dos Animais Interessantes, criada em 2003, é um espaço para animais vivos, seguindo as normas do IBAMA, onde foram montados terrários para répteis como iguana, jibóias, cascavel, jararacas, além de anfíbios e invertebrados como aranhas, escorpiões e bichos-pau.
A proposta desse espaço é divulgar para a comunidade informações sobre a importância desses animais tão interessantes, muitos dos quais temidos pelo homem.

Aviso
Atualmente o Aquário Municipal de Campinas se encontra fechado para reforma.

Educação Ambiental

O Centro de Educação Ambiental tem por objetivo educar para a conservação do meio.

Nele são desenvolvidas atividades, para diferentes públicos, realizadas por biólogos, graduandos da área de Ciências Biológicas e especialistas convidados de áreas afins.


SAIBA MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO DESSE ESPAÇO NOS LINKS “AGENDA”.. 

Programa Educativo

Tem por objetivo educar para a conservação ambiental, através de programas para diferentes públicos.
As atividades são realizadas por biólogos e graduandos da área de Ciências Biológicas e especialistas convidados de áreas afins.

ATIVIDADES PARA A REDE ESCOLAR: Abordam temas relacionados à fauna e à flora, sendo direcionadas para os ensinos infantil, fundamental e médio.

PERÍODO em que são oferecidas as atividades monitoradas: Nos meses de março, abril, maio, junho, agosto, setembro e novembro, às 3ªs e 5ªs feiras.

AGENDAMENTO das atividades: Pode ser feito através do fone/fax (19) 3251-9849 e confirmado através de oficio da Escola, em papel timbrado enviado por fax. Dez dias antes da visita, a Escola deverá entrar em contato com o Museu Dinâmico para assinatura do contrato. No oficio deverá constar o número de alunos, de professores responsáveis, a série
e o tema escolhido. O contato será com a Teca através do fone 3252-2598 ou 3294-5596.

VALORES das atividades monitoradas:

ESCOLAS MUNICIPAIS DE CAMPINAS: Isentas de taxa

ESCOLAS MUNICIPAIS DE OUTRAS CIDADES E ESCOLAS ESTADUAIS: A monitoria tem uma taxa de R$ 150,00. Está incluída a visita ao Museu, ao Aquário e à Casa dos Animais Interessantes.

ESCOLAS PARTICULARES: R$ 300,00 até 50 alunos; R$ 6,00 por aluno excedente (máximo 60 alunos no total). Está incluída a visita ao Museu, ao Aquário e à Casa dos Animais Interessantes.

VISITA AO MUSEU, AO AQUÁRIO E À CASA DOS ANIMAIS INTERESSANTES: Para as escolas municipais e estaduais a visitação aos espaços sem acompanhamento e sem palestras ocorre gratuitamente, desde que se apresente um ofício da escola. Nos demais casos, o valor do ingresso é R$ 2,00 por pessoa. Crianças até 6 anos e adultos a partir de 60 anos têm entrada franca.

Horário das atividades monitoradas: das 9h às 12h ou das 14h às 17h.

TEMAS

Tocando os animais (indicado para pré-escola, ensino fundamental).
Conhecer a biologia, comportamento e características de alguns grupos animais, manipular animais vivos e taxidermizados.

Extinção (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Conhecer a fauna e a flora ameaçadas de extinção, as causas e as conseqüências.

Animais Peçonhentos (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Biologia dos animais peçonhentos vertebrados e invertebrados. Acidentes, tratamento e prevenção.

Defesa - Predação e Cadeia Alimentar (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Aprender conceitos e o comportamento de defesa que as espécies desenvolvem ao longo de sua história evolutiva.

Adaptação (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Relacionar as adaptações de algumas espécies. Manuseio de bicos, dentes, pêlos, penas, escamas, entre outros.

Matas brasileiras (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Características e distribuição geográfica das regiões brasileiras. Espécies típicas e os problemas ambientais.

Evolução do Reino Animal (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio). A história evolutiva dos principais filos do reino animal.

O mundo dos insetos (indicado para 5ª a 8ª série do ensino fundamental e ensino médio).
Conhecer sobre a biologia e o comportamento dos insetos. Relações entre insetos e plantas.

*Aquecimento Global: depende de nós?* 4ª a 8º série do ensino fundamental e médio. Passar conhecimentos sobre o impacto do aquecimento no meio.


PARA OBTER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE NOSSAS ATIVIDADES EDUCATIVAS, VISITE TAMBÉM OS LINKS AGENDA E O QUE OFERECE.

Agenda

Palestras

PRÓXIMA PALESTRA DA SÉRIE "SAÚDE & QUALIDADE DE VIDA"

25 DE JUNHO - QUINTA-FEIRA
A partir das 8h30 (manhã):

"DIABETES E ALIMENTAÇÃO"

Palestrante: Eng. de Alimentos Júlio Lúcio Mukuno

ENTRADA FRANCA

LOCAL DA PALESTRA: Auditório do Museu de História Natural
HORÁRIO: 8h30 (MANHÃ)
ENDEREÇO: Rua Cel. Quirino, 2, Bosque dos Jequitibás.
INFORMAÇÕES: 3251-9849 / 3295-5850 / museuaquario@terra.com.br

Lotação máxima do espaço: 90 pessoas.
(Acesso por ordem de chegada. Para sua comodidade, compareça com alguns minutos de antecedência).

:::::::::::::::: CONTAMOS COM SUA PRESENÇA ! ::::::::::::::::

INFORMAÇÕES: 3251-9849 / 3295-5850 / museuaquario@terra.com.br

70 Anos do Museu de História Natural


No dia 20 de maio o Museu de História Natural comemorou 70 anos da sua fundação. Houve o descerramento de placa comemorativa e também uma homenagem ao Sr. Reynaldo Wünsche, filho do Comendador Max Wünsche, taxidermista e osteologista, que organizou e fundou o Museu na gestão do então prefeito João Alves dos Santos.

Acervo

O Museu de História Natural possui um acervo de mais de 2000 peças, incluindo mamíferos, aves, répteis, peixes, insetos e invertebrados. 

Muitas dessas peças estão em dioramas representando ecossistemas como: Mata Atlântica, Floresta Amazônica, Cerrado, Pantanal Matogrossense e Litoral Paulista. Outras exposições são: Aves-Diversidade, Peixes, Defesa, Extinção, Predação, Dentição-Adaptação, Botânica, Animais Venenosos, Reino Animal, Deriva Continental, Teratogênese e Taxidermia.

Textos de Apoio

Aqui você encontra informativos, apostilas e material de apoio a atividades educativas. A utilização e a reprodução para fins didáticos e de pesquisa é autorizada mediante a citação da fonte, com crédito aos autores.

Em caso de dúvida, entre em contato conosco, por e-mail ou por telefone (Museu de História Natural – Campinas SP – (19) 3251-9849 –museuaquario@terra.com.br).

Horário e Localização

HORÁRIO
De terça-feira a domingo e feriados:
Das 9h00 às 12h00 e das 13h00 às 17h30.

INGRESSO
R$ 2,00, com direito a visita aos três espaços (Museu, Aquário e Casa dos Animais Interessantes).
Crianças até 6 anos e adultos a partir de 60 anos têm entrada franca.

ENDEREÇO
Rua Cel Quirino, nº 2 – Bosque dos Jequitibás
CEP: 13025-010 - Campinas – SP

TELEFONE: (19) 3295-5850
FONE-FAX: (19) 3251-9849
E-MAIL: museuaquario@terra.com.br

Aviso
Atualmente o Aquário Municipal de Campinas se encontra fechado para reforma.

Equipe

Antonio Carlos de Almeida
Daniel Santos de Aguiar
Denise Soares Polydoro Coutinho
Dulce Bierrenbach de Castro Mendes Sansano
Flavio Jorge Abrão
Isabel Pagano
Mariângela Formenti
Maria Zilda Braida de Lima
Sebastião Cristino Lucas

Links

Selecionamos algumas sugestões de endereços interessantes para auxiliar em sua busca por mais informações. Boa jornada! 

Agradecemos a visita. Volte sempre!

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Museu Dinâmico de Ciências de Campinas

Campinas, conhecida dentro do cenário nacional e internacional como importante centro educacional e, de ciência e tecnologia, inspirou um grupo de professores da Unicamp a “intervir na realidade do ensino de Ciências de Campinas” e, para tanto teve a Prefeitura Municipal de Campinas fundamental papel para sua concretização. Através de convênio assinado, foi fundamentado um “Centro de Ciências de Campinas”, que posteriormente passa à denominação de “Museu Dinâmico de Ciências de Campinas – MDCC”. 

O MDCC, embora não sendo uma instituição padronizada como as escolas, possui organização própria com caráter pedagógico, visando através de suas atividades contemplar instituições, escolas e estudantes dos diferentes níveis de ensino, tendo por enfoque principal, estabelecimentos oficiais, além do público em geral.

Histórico

Em 1982 foi firmado convênio entre a Prefeitura Municipal de Campinas (PMC), a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (FUNCAMP) e a Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP), com o propósito de levar o conhecimento científico ao maior número de pessoas possível, estudantes e a professores, tendo por preocupação constante, ser parceiro das escolas.
À existência deste Museu, merece especial destaque o nome do Prof. Dr. Carlos Alfredo Argüello, um dos idealizadores do Centro de Ciências de Campinas – atual MDCC, e que esteve também à frente dos trabalhos ali desenvolvidos como representante do NIMEC e membro do Conselho Diretor.

O MDCC é um equipamento pertencente a Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer. Em relação à UNICAMP, o MDCC está vinculado diretamente ao PREAC (Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários).

O MDCC divide-se em duas unidades que ocupam prédios distintos que lhes foram adaptados:


UNIDADE 1 - Planetário Municipal de Campinas: primeiro setor do MDCC, inaugurado em 28/10/1987, que possui um equipamento Zeiss Skymaster ZKP2, sala de projeção para 60 pessoas e cúpula de 8m de diâmetro.

UNIDADE 2 - Espaço Ciência-Escola: possui além do prédio principal, o anexo dos laboratórios didáticos e outro de salas de computação, este último hoje cedido à Secretaria Municipal de Educação - SME, para atividades do Núcleo Tecnológico de Ensino - NTE.

Programa Educativo

UNIDADE 1: PLANETÁRIO MUNICIPAL DE CAMPINAS

O Planetário oferece três modalidades de atividades para o público escolar, em horários pela manhã e à tarde, de segunda a sexta-feira mediante agendamento prévio:

Sessões do Planetário – Atividade indicada para todos os alunos a partir da 1ª série do Ensino Fundamental. Tem duração total de uma hora (já inclusos 15 minutos para esclarecimentos ao final). Durante a sessão, narrada ao vivo, é apresentado o céu noturno e identificados os principais astros que nele aparecem. Também é simulada uma viagem espacial.

Descobrindo o Sistema Solar – Atividade indicada para alunos a partir da 4ª série do Ensino Fundamental. O Objetivo é conhecer a origem e a estrutura do Sistema Solar. Com duração de duas horas e meia (incluso intervalo de 20 minutos), a atividade é dividida em três momentos: aula de identificação dos astros na sala de projeção; palestra com recursos multimídia; simulação de viagem espacial pelo sistema solar.

Descobrindo o Universo - Atividade indicada para alunos a partir da 6ª série do Ensino Fundamental. O objetivo é conhecer a origem das estrelas, das galáxias e, por extensão, do Universo em que vivemos. Com duração de duas horas e meia (incluso intervalo de 20 minutos), a atividade é dividida em três momentos: aula de identificação dos astros na sala de projeção; Palestra com recursos multimídia; Simulação de viagem espacial pela galáxia em que vivemos.

UNIDADE 2: ESPAÇO CIÊNCIAS-ESCOLA DO MDCC 

O programa Educativo do MDCC acontece no Espaço Ciências-escola
Na elaboração de seus projetos para o desenvolvimento das programações, permeia a preocupação constante de oferecer propostas educacionais que estimulem a produção do conhecimento científico como um forte aliado da ação educativa, sem ter, contudo, a pretensão de ser complemento da educação formal como já foi dito anteriormente. Para a realização de suas ações dinâmicas, são utilizados materiais experimentais como recursos de apoio e programas inovadores.

Nestes anos de sua existência, este espaço desenvolveu inúmeros progrramas, destacando-se pelo atendimento às unidades educacionais de Campinas e região, através de atividades escolares, cursos, oficinas para professores, exposições temáticas (algumas interativas), eventos para o público em geral, produção de textos e materiais de divulgação.

O Espaço Ciência-Escola do MDCC ofereceu até o ano 2000, um rol de atividades, com 16 opções diferenciadas pelo tema e público escolar alvo.

Textos de Apoio

O que oferece

PROGRAMAÇÃO

UNIDADE 1- PLANETÁRIO MUNICIPAL DE CAMPINAS

Escolas:
Sessões do Planetário, Descobrindo o Sistema Solar e Descobrindo o Universo.

Público:
Sessões Públicas aos domingos em dois horários: 15h30 e 17h.

UNIDADE 2- ESPAÇO CIÊNCIA ESCOLA

Escolas: 
Tendo havido interrupção das atividades nos laboratórios, o MDCC - Unidade 2, deverá reativar seu atendimento escolar, projetando esta expectativa para início do segundo semestre de 2007. Programação em fase de reelaboração

Público: 
Cursos e Oficinas: Este espaço, mantém atividades em parcerias com outras entidades

Agenda

Horário e Localização

HORÁRIO

Unidade 1- Planetário Municipal de Campinas
Segunda à Sexta-feira das 08h30 às 12h e das 13h às 17h30
Domingo das 15h30 às 17h
Fone/fax: (19) 3252-2598

Unidade 2 - Espaço Ciência Escola 
Segunda à Sexta-feira das 8h às 17h
Fone: (19)3294-9800

ENDEREÇO
MDCC -  localiza-se na área do Parque Portugal, também conhecido por Lagoa do Taquaral.
Entrada portão 07

Avenida Heitor Penteado s/nº
Parque Taquaral
Campinas

Mapa do Parque Portugal

Links

Biblioteca Virtual dos Museus de Ciência e Divulgação Científica do Prossiga
http://prossiga.br/divulgaciencia

Usina Ciência
http://www.ufal.br/usciencia

Museu da Vida
http://www.museudavida.fiocruz.br

Estação Ciência - USP
http://www.eciencia.usp.br

Museu de Astronomia e Ciências Afins-MAST
http://www.mast.br

Museu de Geologia
http://www.cprm.gov.br/sureg-pa/museu.html

Agência especial norte-americana
http://www.nasa.gov

Observatório Nacional
http://www.on.br

Observatório Europeu
http://www.eso.org

Biblioteca Virtual de Astronomia
http://www.prossiga.br/astronomia/

Astrônomo Ronaldo Rogério Mourão
http://www.ronaldomourao.com/

Instituto de Astronomia UFRS
http://www.if.ufrgs.br/ast/

Departamento de Astronomia CDCC / USP
http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/

Instituto Astronômico e Geofísico USP
http://www.astro.iag.usp.br/

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
http://http://www.inpe.br

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Observatório Municipal Jean Nicolini

O que oferece

Atendimento Escolar

A agenda para atendimento às Escolas se encontra lotada para maio e junho, inclusive com estabelecimentos em lista de espera no caso de eventuais desistências. O agendamento para o segundo semestre está aberto, podendo ser solicitado pelo telefone (19) 3298-6566 de segunda à sexta-feira, das 07h00 às 15h00 (anotações e informações) e das 15h00 às 23h00 (agendamento e informações); sábados, domingos e feriados, das 07 às 23h00 (anotações e informações). O agendamento deve ser requerido ou confirmado, via ofício, somente pelo(a) diretor(a) ou coordenador(a) pedagógico(a) do estabelecimento de ensino.

Observações
- Ingressos R$ 3,00 aos domingos, isentando-se crianças até 6 anos, maiores de 65 e servidores da Prefeitura Municipal de Campinas, devendo ser apresentado documento comprobatório na portaria.
- O atendimento público dominical se realiza das 17h00 às 21h00, com os portões fechando às 20h40 e permanecendo no local somente as pessoas que ingressaram para recepção até às 21h00.

Estrada das Cabras (CAM 245) s/Km, Monte Urânia, Serra das Cabras, Distrito de Joaquim Egídio, (19) 3298-6566, Campinas/SP.
Latitude (φ): 22º53.59’59.9” Sul – Longitude (λ): 46º49.49’30” Oeste – Elevação (h): 1.030 m www.observatorio.campinas.sp.gov.br
Correspondência: Rua José Ignácio no 14, Distrito de Joaquim Egídio, Campinas/SP, CEP 13108-006.
e-mail: oaorf@ig.com.br

Agenda

03 de maio, domingo, das 16h00 às 21h00
Dia Internacional do Sol
Comemorando o “Dia Internacional do Sol”, Programa das Nações Unidas para o Ambiente. Atividades: 16h00 às 17h30, observação do Sol com filtro no telescópio, acompanhada de palestra do astrônomo Walter Maluf; 17h30 às 18h00, admirando o pôr-do-Sol no mirante do Astrógrafo; 18h00 às 18h40, palestra “2 de maio: Dia Internacional do espaço; 3 de maio: Dia Internacional do Sol”, com o astrônomo Orlando Rodrigues; 18h45 às 21h00, observação de Saturno e objetos siderais ao telescópio; 18h30 às 20h30, apresentação de vídeo temático.

07 de maio, domingo, das 17h00 às 21h00.
Atendimento dominical ao público.
Atendimento público.

10 de maio, domingo, das 17h00 às 21h00
Socioastronomia:
Dia das mães no OMCJN
Inclusão social pela Astronomia: as mães que se fizerem acompanhadas por seus filhos(as) estarão, no Dias das Mães, em 10 de maio, isentas do pagamento de ingressos no OMCJN e serão recepcionadas com rosas.

23 de maio, sábado
Noite gastronômica
Inscrições limitadas: 80 participantes.
Adesão: R$ (a ser definida).
Noite voltada à gastronomia associada à Astronomia. Um jantar servido com palestra e observações do céu, com o astrônomo Julio Lobo.

24 de maio, domingo, das 17h00 às 21h00
Astrovideodebate:
Jornada nas estrelas (Star Trek)
95 minutos
Exibição de dois capítulos ou um filme da clássica série da TV “Jornada nas estrelas” (Star Trek), criada por Gene Rodemberry, com comentário prévio e posterior debate: "Das antevisões da ficção científica à realidade", com o astrônomo Orlando Rodrigues.

31 de maio, domigo, das 16h00 às 21h00.
Socioastronomia:
Um 1 kg de alimento vale uma viagem pelo Universo
Inclusão social pela Astronomia: o OMCJN estará trocando, na data, um ingresso por 1 kg de alimento não-perecível, exceto sal e açúcar. Os alimentos arrecadados serão doados para instituições assistenciais, à FEAC ou ao Banco de Alimentos de Campinas.

21 de junho, domingo, das 17h00 às 21h00.
Solstício de inverno e Festas Juninas:
Arraiá nas estrelas
Palestra sobre a data do solstício de inverno para o Hemisfério Sul e sua associação com os antigos cultos pagãos, as Festas Juninas no Brasil e a cultura caipira, com o astrônomo Orlando Rodrigues. Observação: caso seja obtido patrocínio, o ingresso será gratuito para o limite de até 250 participantes.

27 de junho, sábado
Noite Gastronômica.
Inscrições limitadas: 80 participantes.
Adesão: R$ (a ser definida).
Noite voltada à gastronomia associada à Astronomia. Um jantar servido com palestra e observações do céu, com o astrônomo Julio Lobo.

28 de junho, domingo, das 17h00 às 21h00.
Socioastronomia:
Doando-se pelo Universo
Inclusão social pela Astronomia. na data, o OMCJN concederá isenções de ingressos para os doadores de sangue que apresentarem carteira de doação registrando a pratica do ato nos últimos 30 dias.

Observações
- Programação sujeita a alterações.
- Ingressos R$ 3,00 aos domingos, isentando-se crianças até 6 anos, maiores de 65 e servidores da Prefeitura Municipal de Campinas, devendo ser apresentado documento comprobatório na portaria.
- O atendimento público dominical se realiza das 17h00 às 21h00, com os portões fechando às 20h40 e permanecendo no local somente as pessoas que ingressaram para recepção até às 21h00.

Estrada das Cabras (CAM 245) s/Km, Monte Urânia, Serra das Cabras, Distrito de Joaquim Egídio, (19) 3298-6566, Campinas/SP.
Latitude (φ): 22º53.59’59.9” Sul – Longitude (λ): 46º49.49’30” Oeste – Elevação (h): 1.030 m www.observatorio.campinas.sp.gov.br
Correspondência: Rua José Ignácio no 14, Distrito de Joaquim Egídio, Campinas/SP, CEP 13108-006.
e-mail: oaorf@ig.com.br

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Links

Observatório Municipal de Campinas "Jean Nicolini"
http://2009.campinas.sp.gov.br/observatorio/

Centro de Memória, Arquivo e Cultura do TRT 15ª Região
http://www.trt15.jus.br/servicos/centro_de_memoria/index.shtml

Ministério da Cultura
www.cultura.gov.br

IPHAN - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
www.iphan.gov.br

Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo
www.cultura.sp.gov.br

Centro Cultural São Paulo
www.centrocultural.sp.gov.br

Sua Música por um Preço Justo
http://www.portalsmd.com.br/brasil/

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Avenida Anchieta, nº 200 – Campinas - SP – CEP: 13015-904 — PABX: (19) 2116-0555 — CNPJ 51.885.242/0001-40

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